Desempenho Energético em Edifícios C&S
Desempenho Energético em Edifícios C&S
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1. Enquadramento legislativo
2. Edifícios de habitação
4. Medidas de melhoria
Tipologia de utilização
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Tipologias particulares
Grandes Edifícios (GES) (piscinas, supermercados e hipermercados e centros comerciais)
Pequenos Edifícios
Pequenos Edifícios com climatização (PEScC)
Todos os edifícios C&S
não GES Potência nominal global > 30 kW
419
Introdução
Tipologia de utilização
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Como determinar a área para definição da tipologia de utilização de edifício de comércio ou serviços
- Espaços interiores não úteis (ENU) De acordo com o disposto no cap. 6 do Manual SCE
Parâmetros a
- Área de pavimento de todos os espaços interiores
identificar
- Área de pavimento dos espaços ENU
420
421
ENU
ENU
Tipologia de utilização
ENU
Introdução
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Introdução
Tipologia de utilização
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ENU
ENU
300+50+17,5+17,5+17,5+237,5+80+15+15+300+100+250
422
423
Questão 20
Introdução
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Edifícios de comércio e serviços
Conteúdos programáticos
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Requisitos da envolvente
e sistemas técnicos
424
Edifícios de comércio e serviços
Conteúdos programáticos
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Requisitos da envolvente
e sistemas técnicos
425
Balanço energético em edifícios de C&S
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Manual SCE
Edifício previsto
Manual SCE
Edifício de referência
Edifício previsto
Edifício de referência
429
Balanço energético em edifícios de C&S
430
Balanço energético em edifícios de C&S
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Consumos do tipo S
Consumos do tipo T
𝟏
𝑰𝑬𝑬𝒑𝒓,𝑻 = 𝑬𝑻,𝒊 ∙ 𝑭𝒑𝒖,𝒊
𝑨𝒕𝒐𝒕
𝒊 Produção renovável
Área total de
pavimento
Fator de conversão
energia primária
431
Balanço energético em edifícios de C&S
432
Balanço energético em edifícios de C&S
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Consumos do tipo S
referência
Consumos do tipo T
referência
Fator de conversão
energia primária
433
434
IEET
Balanço energético em edifícios de C&S
Manual SCE
IEES
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IEEpr,ren
≤ IEEpr,S
435
Balanço energético em edifícios de C&S
Consumos regulados:
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• Aquecimento
• Arrefecimento
• Humidificação Consumo de energia do equipamento ou sistema em função:
• Desumidificação • Necessidades de energia para o uso n (QEn)
• Água quente sanitária • Parcela das necessidades de energia para sistema k e uso n (fEk,n)
• Água quente da piscina • Eficiência do sistema k para o uso n (ηk,n)
436
Balanço energético em edifícios de C&S
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Cálculo anual
simples
437
Balanço energético em edifícios de C&S
Edifício previsto
Edifício de referência
438
Balanço energético em edifícios de C&S
Múltiplas
Zonas Simulação Dinâmica Multizona (SDM)
Térmicas
GES
Múltiplas
Zonas Simulação Dinâmica Multizona (SDM)
Térmicas
439
Balanço energético em edifícios de C&S
▪ No caso de um edifício com área interior útil de pavimento igual ou inferior a 250 m2, pode ser
considerada uma única zona térmica que agregue todos os espaços interiores úteis
CDSM
▪ No caso de um edifício com múltiplos corpos, podem ser adotados os pressupostos indicados no
ponto anterior para cada corpo
440
Balanço energético em edifícios de C&S
multizona no mercado
441
Balanço energético em edifícios de C&S
no mercado
442
Balanço energético em edifícios de C&S
443
Balanço energético em edifícios de C&S
444
Balanço energético em edifícios de C&S
Volumetria
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445
Balanço energético em edifícios de C&S
Volumetria
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volumetria inclui:
• Representação dos espaços em planta (dimensões
medidas pelo interior)
• Caraterização e dimensão dos elementos da
envolvente A volumetria do edifício de referência
• Pé-direito por espaço
• Orientações do edifício e envolvente é idêntica ao edifício previsto.
• Coeficientes de redução (bztu)
• Marcação da envolvente
• Dimensões dos elementos de sombreamento
446
Balanço energético em edifícios de C&S
Dados Climáticos
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447
Balanço energético em edifícios de C&S
Dados Climáticos
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EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
448
Balanço energético em edifícios de C&S
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449
Balanço energético em edifícios de C&S
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450
Necessidades de energia útil
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451
Necessidades de energia útil
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452
Necessidades de energia útil
Climatização
Edifício previsto
Edifício de referência
453
Necessidades de energia útil
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• Transmissão de calor
• Ganhos solares
• Ganhos internos
• Ventilação
454
Necessidades de energia útil
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455
Necessidades de energia útil
Balanço energético em edifícios de C&S
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• Transmissão de calor
▪ Envolvente opaca
• Ganhos solares
▪ Envolvente envidraçada
• Ganhos internos
• Ventilação
456
Necessidades de energia útil
Balanço energético em edifícios de C&S
Condições Fronteira
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Manual SCE
• Transmissão de calor
• Ganhos solares
• Ganhos internos
• Ventilação
457
Necessidades de energia útil
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Envolvente Opaca
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Manual SCE
Pontos já analisados:
• Bztu determinado de acordo com as condições fronteira
• Absortância solar (αsol) segundo as considerações já apresentadas
• Levantamento segundo os princípios indicados para a volumetria
EDIFÍCIO PREVISTO
Ubw ou Ubf
• Elementos em contato com solo (paredes ou pavimentos),
considerar perdas como elemento exterior, não considerando
ganhos solares e efeitos do vento
CDSM
• Para elementos com bztu < 0,70 não são consideradas trocas
térmicas, com exceção dos elementos em contato com edifícios
adjacentes
SDM
• Para os coeficientes de transmissão térmica e inércia térmica,
deve ser considerados tendo como base a introdução dos
constituintes dos materiais que compõe os elementos ou com
introdução das caraterísticas da envolvente e inércia do edifício
458
Necessidades de energia útil
Balanço energético em edifícios de C&S
Envolvente Opaca
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Manual SCE
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
459
Necessidades de energia útil
Balanço energético em edifícios de C&S
460
Necessidades de energia útil
Balanço energético em edifícios de C&S
Manual SCE
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
461
Necessidades de energia útil
Balanço energético em edifícios de C&S
Envolvente Envidraçada
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Manual SCE
Para efeitos do cálculo do DEE, caso o espaço apresente
dormida, deve ser considerado o valor do Uwdn em vez do
EDIFÍCIO PREVISTO
462
Necessidades de energia útil
Balanço energético em edifícios de C&S
Envolvente Envidraçada
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Manual SCE
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
Manual SCE
463
Necessidades de energia útil
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• Transmissão de calor
• Ganhos solares ▪ Ocupantes
• Ganhos internos ▪ Iluminação
• Ventilação ▪ Equipamentos
464
Necessidades de energia útil
Ganhos internos em edifícios de C&S
Ganhos internos
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Correspondem aos ganhos derivados da libertação de calor resultantes das cargas internas, que no caso dos edifícios de
comércio e serviços são contabilizados individualmente.
465
Necessidades de energia útil
Ganhos internos em edifícios de C&S
Ganhos internos
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Ocupação
Manual SCE
Densidade de ocupação
EDIFÍCIO PREVISTO
467
Necessidades de energia útil
Ganhos internos em edifícios de C&S
Manual SCE
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
468
Necessidades de energia útil
Balanço energético em edifícios de C&S
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• Transmissão de calor
• Ganhos solares
• Ganhos internos
▪ Caudais de ar novo
• Ventilação
▪ Caudais de extração de ar
469
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Caudais de ar novo
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Método Base
Natural
Método Simplificado
Requisito de ar novo
Tipo de Método Condicional
Ventilação Caudais de ar novo
mínimos por espaço
Método Base
Mista
Método Simplificado Requisito extração de ar
Caudais de extração
mínimos
Estratégias de ventilação
Mecânica mecânica
470
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Caudais de ar novo
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Método Base
Natural
Método Simplificado
Requisito de ar novo
Tipo de Método Condicional
Ventilação Caudais de ar novo
mínimos por espaço
Método Base
Mista
Método Simplificado Requisito extração de ar
Caudais de extração
mínimos
Estratégias de ventilação
Mecânica mecânica
471
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Os espaços dos edifícios de comércio e serviços devem apresentar um caudal de ar novo igual ou superior ao caudal de ar
novo mínimo obrigatório, determinado em função no valor máximo obtido da aplicação dos critérios de ocupação e edifício
Requisito de ar novo
472
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Os espaços dos edifícios de comércio e serviços devem apresentar um caudal de ar novo (QAN) igual ou
superior ao caudal de ar novo mínimo (QANmin)
473
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Manual SCE
Nota
Nas situações de recirculação de ar ou ar transferido de outros espaços, este não deve ser proveniente de IS,
cozinhas, arrecadações, parques de estacionamento, espaços com fumadores e outros espaços com fontes
de contaminação identificadas.
475
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Os espaços dos edifícios de comércio e serviços devem apresentar um caudal de ar novo igual ou superior ao caudal de ar
novo mínimo obrigatório, determinado em função no valor máximo obtido da aplicação dos critérios de ocupação e edifício
Requisito de ar novo
476
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Método Analítico
O caudal de ar novo (QAN) obtido através do método analítico correspondem ao valor mínimo que garante o
cumprimento do limiar de proteção de CO2 durante o período de ocupação
• Dimensões do espaço
• Número de ocupantes
• Nível de atividade metabólica e área
de superfície corporal
• Perfil horário de ocupação do espaço
477
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Método Analítico
(𝐸𝑞. 56)
478
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Método Analítico
Em que:
▪ Mmet,c – Taxa de metabolismo corrigida em função
Em que: da idade dos ocupantes [met]
▪ ADu – Área de DuBois da superfície corporal [m2] ▪ ΔMmet – Acréscimo de taxa de metabolismo em
função da idade [met]
▪ n – Número de ocupantes do espaço [ocupantes]
479
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Método Analítico
480
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Método Analítico
Para efeitos da aplicação do método analítico, encontra-se disponível folha de cálculo (Qventila)
desenvolvida pelo LNEC
481
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Método Analítico
Nas situações onde não se disponha de toda a informação necessária para aplicação da equação apresentado,
pode ser aplicado o método analítico em regime estacionário através de:
(𝐸𝑞. 60)
482
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Os espaços dos edifícios de comércio e serviços devem apresentar um caudal de ar novo igual ou superior ao caudal de ar
novo mínimo obrigatório, determinado em função no valor máximo obtido da aplicação dos critérios de ocupação e edifício
Requisito de ar novo
483
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Método Prescritivo
Edifícios em fase de projeto
484
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Método Prescritivo
485
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Método Prescritivo Espaços ocupados por pessoas com múltiplos tipos de atividades,
Situações particulares deve ser ajustada a taxa de metabolismo
Em que:
▪ QAN – Caudal de ar novo [m3/h]
QAN,1met – Caudal de ar novo por ocupante para nível de
▪ n – Número de ocupantes do espaço [ocupantes]
atividade igual a 1 met, assumindo o valor de 20
▪ QAN,ocupante – Caudal de ar novo por ocupante m3/([Link])
corrigido pela atividade metabólica
[m3/([Link])]
486
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Método Prescritivo Espaços ocupados por pessoas com múltiplos tipos de atividades,
Situações particulares deve ser ajustada a taxa de metabolismo
Manual SCE
Em que:
▪ QAN – Caudal de ar novo [m3/h]
Em que:
▪ n – Número de ocupantes do espaço [ocupantes]
▪ Mmeti – Taxa de metabolismo da
▪ QAN,ocupante – Caudal de ar novo por ocupante atividade i [met]
corrigido pela atividade metabólica
[m3/([Link])] ▪ ni – Número de ocupantes com
a atividade i [ocupantes]
487
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Os espaços dos edifícios de comércio e serviços devem apresentar um caudal de ar novo igual ou superior ao caudal de ar
novo mínimo obrigatório, determinado em função no valor máximo obtido da aplicação dos critérios de ocupação e edifício
Requisito de ar novo
488
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
489
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Manual SCE
490
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
• Apresentem certificado ou rótulo que demonstre explicitamente as suas caraterísticas de baixa emissão poluente
(tal situação deve ser demonstrada por relatório de ensaio segundo norma EN ISO/IEC 17025
491
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Consideremos uma sala de reuniões com uma área de 18 m2, um pé-direito de 2,7 m e uma ocupação máxima
de 10 pessoas. O espaço não possui materiais de baixa emissão de poluentes. Sabendo que o sistema de
ventilação apresenta uma eficácia de 0,80 e que o perfil de funcionamento é o apresentado, determine qual o
caudal mínimo de ar novo a garantir no espaço.
492
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Critério Edifício
493
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Critério Ocupação
Método Prescritivo
494
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
495
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Critério Ocupação
Método Analítico Nota Verificação do critério de ocupação pelo método analítico
496
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
497
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
A aplicação do método prescritivo ou analítico depende do técnico autor do projeto, cabendo ao mesmo avaliar qual a
metodologia a aplicar
498
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Caudais de ar novo
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Método Base
Natural
Método Simplificado
Requisito de ar novo
Tipo de Método Condicional
Ventilação Caudais de ar novo
mínimos por espaço
Método Base
Mista
Método Simplificado Requisito extração de ar
Caudais de extração
mínimos
Estratégias de ventilação
Mecânica mecânica
499
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Ventilação Natural
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Sistema constituído por componentes, designadamente, aberturas, passagens de ar interiores e condutas, que permitem
assegurar, em termos médios, a renovação de ar sem qualquer sistema mecânico
EDIFÍCIO PREVISTO
Folha do LNEC
500
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Ventilação Natural
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▪ Permeabilidade ao ar da envolvente
▪ Dispositivos de admissão de ar situados nas
fachadas Verificação do caudal de ar novo obrigatório
Deve ser garantido que o espaço garante durante pelo
▪ Condutas de ventilação
menos 90% das horas do ano, o caudal obrigatório
▪ Sistemas mecânicos durante o período de ocupação
Ventilação Natural
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502
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Ventilação Natural
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503
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Ventilação Natural
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Ventilação Natural
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se desenvolvam atividades passíveis de emissão de poluentes específicos e que não disponham de aparelhos
de combustão.
Emissão de poluentes específicos
505
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Ventilação Natural
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Ventilação Natural
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Ventilação Natural
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508
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Caudais de ar novo
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Método Base
Natural
Método Simplificado
Requisito de ar novo
Tipo de Método Condicional
Ventilação Caudais de ar novo
mínimos por espaço
Método Base
Mista
Método Simplificado Requisito extração de ar
Caudais de extração
mínimos
Estratégias de ventilação
Mecânica mecânica
509
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Ventilação Mecânica
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Ventilação com recursos a equipamentos mecânicos que visam garantir a renovação do ar interior por insuflação e extração
mecânica
EDIFÍCIO PREVISTO
Caudais de ar novo
Recolha da informação no projeto da
especialidade com complementação
da verificação das chapas nos
equipamentos instalados, quando
aplicável
510
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Ventilação Mecânica
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Simplificação
EDIFÍCIO PREVISTO
Edifícios existentes
Caso se verifique cumulativamente:
Para a definição do caudal de ar novo por
• Existência de sistemas de ventilação espaço, deve ser aplicado o método
mecânica em funcionamento
prescritivo considerando uma eficácia de
• Ausência de qualquer informação
sobre caudais de ar novo remoção de poluentes de 0,8
511
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Caudais de ar novo
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Método Base
Natural
Método Simplificado
Requisito de ar novo
Tipo de Método Condicional
Ventilação Caudais de ar novo
mínimos por espaço
Método Base
Mista
Método Simplificado Requisito extração de ar
Caudais de extração
mínimos
Estratégias de ventilação
Mecânica mecânica
512
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Ventilação Mista
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Tipo de ventilação que prevê uma solução mista de ventilação natural e mecânica. A componente de ventilação natural
deve ser determinada através do método base ou simplificado e a ventilação mecânica segundo as caraterísticas dos
equipamentos previstos e rede de distribuição e difusão do ar
EDIFÍCIO PREVISTO
(𝐸𝑞. 63)
Em que:
▪ QAN,mecânico – Caudal de ar novo por ventilação mecânica [m3/h]
▪ QAN,natural – Caudal de ar novo por ventilação natural [m3/h]
▪ tmecânica – Horas de funcionamento diário da ventilação mecânica no período de ocupação [h]
▪ tnatural – Horas de funcionamento diário da ventilação natural no período de ocupação [h]
▪ tocupação – Horas de ocupação diária [h]
513
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Caudais de ar novo
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Para efeitos do cálculo do desempenho energético, devem ser garantidas as condições definidas na Tabela 101:
Caso o sistema de ventilação apresente sistema de recuperação de calor, deve ser identificada a eficiência da recuperação:
▪ Free-cooling
▪ O sistema free-cooling, caso exista, deve ser caraterizado indicando o
caudal de ar e set-point de controlo do sistema
515
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
516
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Caudais de ar novo
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Para efeitos do cálculo do desempenho energético de referência, devem ser garantidas as condições definidas na Tabela
102:
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
Manual SCE
▪ Caudal de ar novo
▪ Determinar o caudal de ar novo pelo método prescritivo
afetado de uma eficácia de remoção de poluente igual a 0,8
▪ Baixa emissão poluentes
▪ Para os espaços com materiais de baixa emissão de
poluentes, considerar na referência, caudal de ar novo
obtido pelo método área para espaços “sem atividades com
emissão de poluentes” – 3 m3/h.m2
▪ Ventilação mínima obrigatória
▪ Espaços com condições de ventilação específicas (saúde ou
segurança), devem ser considerados os caudais de ar iguais
ao edifício previsto
517
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Caudais de ar novo
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Método Base
Natural
Método Simplificado
Requisito de ar novo
Tipo de Método Condicional
Ventilação Caudais de ar novo
mínimos por espaço
Método Base
Mista
Método Simplificado Requisito extração de ar
Caudais de extração
mínimos
Estratégias de ventilação
Mecânica mecânica
518
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
As instalações sanitárias dos edifícios de comércio e serviços devem apresentar um caudal de extração de ar igual ou
superior ao caudal de extração mínimo obrigatório, determinado em função no valor máximo obtido da aplicação dos
critérios de pontos poluentes e área
Requisito de ar extraído
519
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
As instalações sanitárias dos edifícios de comércio e serviços devem apresentar um caudal de ar de extração
(Qext) igual ou superior ao caudal de extração mínimo (Qextmin)
Para efeitos da determinação dos caudais de extração, não deve ser considerada a eficácia de remoção
de poluentes (ԑv)
520
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Manual SCE
Critério Poluente
Instalações sanitárias privadas
Caudal de 45 ou 90 m3/h por instalação, dependendo do
funcionamento do sistema
521
Necessidades de energia útil
Ventilação em edifícios de C&S
Manual SCE
Critério Área
Instalações sanitárias
Caudal de extração determinado com base num valor
unitário de 10 m3/(h.m2) multiplicado pela área do espaço
Este caudal deve ser determinado por instalação
522
Necessidades de energia útil
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523
Necessidades de energia útil
Controlo humidade em edifícios de C&S
Edifício previsto
Edifício de referência
524
Necessidades de energia útil
Controlo humidade em edifícios de C&S
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• Temperatura ambiente
• Humidade relativa ▪ Variável de controlo ambiente associada com espaços de utilizações
específicas (ex.: piscinas, zonas de arquivos históricos, etc)
525
Necessidades de energia útil
Controlo humidade em edifícios de C&S
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EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
526
Necessidades de energia útil
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527
Necessidades de energia útil
Preparação de AQS e AQP
Edifício previsto
Edifício de referência
528
Necessidades de energia útil
Preparação de AQS
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As necessidades de água quente sanitária (AQS) em edifícios de comércio e serviços são determinadas com
base no consumo anual de AQS
A energia útil necessária para a preparação de AQS durante um ano (QAQS) é calculada de acordo com a seguinte equação:
EDIFÍCIO PREVISTO
Em que:
▪ CAQS - Consumo anual de AQS (litros/ano)
▪ ΔT - Aumento de temperatura necessário para a preparação de AQS
529
Necessidades de energia útil
Preparação de AQS
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hierarquia:
▪ Registo histórico de monitorização do consumo de água
quente sanitária, caso exista
▪ Litros/pessoa ▪ Litros/duche
▪ Litros/cama ▪ Litros/lavagem
▪ Litros/refeição
530
Necessidades de energia útil
Preparação de AQS
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EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
As necessidades nominais anuais de energia útil para preparação de AQS de referência assumem o mesmo
valor determinado para o edifício previsto.
531
Balanço energético em edifícios de C&S
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532
Energia Final
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Instalações Energia
Equipamentos Bombagem
elevação renovável
533
Energia Final
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Instalações Energia
Equipamentos Bombagem
elevação renovável
534
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
Edifício previsto
Edifício de referência
535
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
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536
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
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Conceitos de Iluminação
Lâmpadas
539
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
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Equipamentos Auxiliares
Lâmpadas que necessitam de equip. aux.
• Fluorescentes , fluorescentes tubulares, vapor de mercúrio,
Balastro eletromagnético Balastro eletrónico
vapor de sódio, iodetos metálicos, LEDs.
540
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
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Equipamentos Auxiliares
Lâmpadas que necessitam de equip. aux.
Equipamentos Auxiliares
Regras de simplificação
Balastro eletrónico
Driver Transformador Assume o valor de 10%
Transformador da potência total das
lâmpadas da luminária
Driver
542
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
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Sistemas de controlo
543
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
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544
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
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545
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
EDIFÍCIO PREVISTO
Em que:
▪ Ptot – Potência nominal de iluminação fixa do espaço [W]
546
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
Edifícios novos
547
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
EDIFÍCIO PREVISTO
Manual SCE
EDIFÍCIO PREVISTO
Manual SCE
Sistemas existentes
Potência do sistema de controlo
Na ausência de melhor informação, pode ser determinada a
EDIFÍCIO PREVISTO
550
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
Em que:
▪ DPI100lx,máx – Densidade de potência de iluminação
máxima do espaço, por 100 lux, constante na Portaria
n.º 138-I/2021, [(W/m2)/100 lx]
▪ Ēm req – Iluminância média requerida no espaço [lx],
constantes no anexo IV do Manual SCE
551
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
Em que:
▪ DPI100lx,máx – Densidade de potência de iluminação
máxima do espaço, por 100 lux, constante na Portaria
n.º 138-I/2021, [(W/m2)/100 lx]
▪ Ēm req – Iluminância média requerida no espaço [lx],
constantes no anexo IV do Manual SCE
552
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
Nas situações onde não existe sistema de iluminação nem informação sobre o uso efetivo
do espaço, deve ser considerado o valor por defeito, em função do tipo de utilização do
edifício:
Para edifícios de comércio:
553
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
Perfis de funcionamento
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554
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
555
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
102
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
Em que:
▪ DPI100lx,máx – Densidade de potência de iluminação máxima do espaço, por
100 lux, constante na tabela 25 da Portaria n.º 138-I/2021, [(W/m2)/100 lx]
▪ Ēm req – Iluminância média requerida no espaço [lx], constantes no anexo IV
do Manual SCE
557
Energia Final
Iluminação fixa em edifícios de C&S
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
Para efeitos do cálculo do desempenho energético do edifício de referência, deve ser considerado os
mesmos pressupostos e parâmetros estabelecidos para o edifício previsto.
558
Energia Final
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Instalações Energia
Equipamentos Bombagem
elevação renovável
559
Energia Final
Eficiência dos sistemas técnicos em edifícios de C&S
Edifício previsto
Edifício de referência
560
Energia Final
Eficiência dos sistemas técnicos em edifícios de C&S
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561
Energia Final
Eficiência dos sistemas técnicos em edifícios de C&S
Pontos analisados:
▪ A eficiência nominal ou sazonal (para bombas de calor)
EDIFÍCIO PREVISTO
562
Energia Final
Eficiência dos sistemas técnicos em edifícios de C&S
para preparação de AQS que assegure uma resistência térmica de, pelo menos, 0,25 ([Link])/W, a eficiência
dos respetivos sistemas técnicos, no cálculo do Ntc, deve ser multiplicada por 0,9, ou seja:
563
Energia Final
Eficiência dos sistemas técnicos em edifícios de C&S
Na ausência de sistemas técnicos para uma determinada função, devem ser considerados os sistemas por
defeito e respetiva eficiência indicados tabela do Manual SCE.
EDIFÍCIO PREVISTO
Nota
564
Energia Final
Eficiência dos sistemas técnicos em edifícios de C&S
Torre de
EDIFÍCIO PREVISTO
arrefecimento e Ventiladores
similares
Os consumos dos
equipamentos auxiliares têm de
ser considerados no DEE
Unidades
Bombas
interiores
565
Energia Final
Eficiência dos sistemas técnicos
566
Energia Final
Eficiência dos sistemas técnicos
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
567
Energia Final
Eficiência dos sistemas técnicos
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
Para efeitos do cálculo do desempenho energético do edifício de referência, deve ser considerado para os
equipamentos auxiliares, os mesmos pressupostos e parâmetros estabelecidos para o edifício previsto.
568
Energia Final
Parcela das necessidades de energia útil
Edifício previsto
Edifício de referência
569
Energia Final
Parcela das necessidades de energia útil
A parcela das necessidades de energia útil representa a fração das necessidades supridas por um
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• Aquecimento • Desumidificação
• Arrefecimento • Água quente sanitária
• Humidificação • Água quente da piscina
570
Energia Final
Parcela das necessidades de energia útil
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571
Energia Final
Parcela das necessidades de energia útil
No que respeita à determinação da parcela das necessidades de energia útil na referência, para efeitos
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Adicionalmente, quando no edifício previsto as necessidades de energia útil são supridas por um
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
sistema solar térmico, no edifício de referência devem ser considerados os pressupostos constantes
na Tabela 105 do Manual SCE
572
573
Parcela das necessidades de energia útil
Energia Final
Questão 21
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Energia Final
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Instalações Energia
Equipamentos Bombagem
elevação renovável
574
Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Edifício previsto
Edifício de referência
575
Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Ventilação Bombagem
VI e VE AQS e AQP
Unidades Hidropressoras
interiores e outras
576
Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Ventilação Mecânica
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UTA e UTAN
Ventilação Função de controlo térmico
577
Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Ventilação Mecânica
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578
Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Ventilação Mecânica
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Na ausência de melhor informação, exceto nos edifícios novos, e desde que se verifique o bom funcionamento do sistema
de ventilação mecânica, devem ser consideradas as seguintes simplificações em edifícios de comércio e serviços:
EDIFÍCIO PREVISTO
579
Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Ventilação Mecânica
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580
Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Ventilação Mecânica
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EDIFÍCIO PREVISTO
Unidades interiores
581
Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Ventilação Mecânica
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Para efeitos do cálculo do desempenho energético de referência, devem ser garantidas as condições definidas na Tabela 102
do manual SCE:
EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
▪ Potência de ventilação
▪ Para ventiladores com uma potência igual ou superior a 750
W no edifício previsto, deve ser efetuada a correção da
potência com base na potência especifica de 1250 W/(m3/s)
▪ Restantes ventiladores considerar a potência igual ao valor
do edifício previsto
▪ Sistemas de eficiência energética
▪ Não devem ser considerado qualquer tipo de sistema de
eficiência energética (free-cooling, recuperação de calor,
variação de caudal, etc)
582
583
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Questões 22, 23
Energia Final
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Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Bombagem
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Climatização
Associadas ao controlo
Bombagem
térmico
Contabilização dos consumos
AQS e AQP Contabilização dos consumos
de energia através da
de energia através da cálculo
aplicação do perfil de
horário (CDSM ou SDM) com
funcionamento e potência
base nas necessidades de
elétrica de cada sistema Hidropressoras energia útil
e outras
584
Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Bombagem
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585
Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Bombagem
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Na ausência de melhor informação, exceto nos edifícios novos, e desde que se verifique o bom funcionamento do sistema
de bombagem:
EDIFÍCIO PREVISTO
586
Energia Final
Ventilação e bombagem em edifícios de C&S
Bombagem
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EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
Para efeitos do cálculo do desempenho energético do edifício de referência, devem ser considerados os
mesmos pressupostos e parâmetros estabelecidos para o edifício previsto.
587
Energia Final
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Instalações Energia
Equipamentos Bombagem
elevação renovável
588
Energia Final
Equipamentos em edifícios de C&S
Edifício previsto
Edifício de referência
589
Energia Final
Equipamentos em edifícios de C&S
Parâmetros de caraterização:
Equipamentos
• Identificação do tipo de equipamentos instalados
• Registo da potência unitária de cada equipamento O consumo de equipamentos enquadra-se como
• Perfis de funcionamento consumos não regulados (tipo T), nos quais se incluem :
590
Energia Final
Equipamentos em edifícios de C&S
Manual SCE
▪ Considerar a potência dos equipamentos
instalados no edifício
▪ Perfil de funcionamento
▪ Considerar os perfis de funcionamento dos
equipamentos de acordo com a utilização real ou
prevista (edifícios em projeto)
▪ Nas situações de edifícios sem funcionamento ou
que não se conhece a sua utilização, recorrer aos
perfis por defeito (Anexo VII do Manual SCE)
591
Energia Final
Equipamentos em edifícios de C&S
EDIFÍCIO PREVISTO
592
Energia Final
Equipamentos em edifícios de C&S
Equipamentos de referência a contabilizar para determinação Desempenho Energético dos Edifícios (EDEE)
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EDIFÍCIO DE REFERÊNCIA
Para efeitos do cálculo do desempenho energético do edifício de referência, deve ser considerado para os
equipamentos, os mesmos pressupostos e parâmetros estabelecidos para o edifício previsto.
593
Energia Final
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Instalações Energia
Equipamentos Bombagem
elevação renovável
594
Energia Final
Energia renovável em edifícios de C&S
Edifício previsto
Edifício de referência
595
Energia Final
Energia renovável em edifícios de C&S
597
Energia Final
Energia renovável em edifícios de C&S
Biomassa
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A energia produzida por um sistema de queima de biomassa sólida (Eren), é determinada de acordo com a
seguinte equação:
EDIFÍCIO PREVISTO
Aquecimento ambiente
Em que:
Preparação de AQS
▪ Eren – Energia produzida a partir de fontes de origem renovável destinada
a autoconsumo nos usos regulados do edifício
598
Energia Final
Energia renovável em edifícios de C&S
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Manual SCE
REFERÊNCIA
DE PREVISTO
contabilizado qualquer
contributo renovável.
599
Energia Final
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Instalações Energia
Equipamentos Bombagem
elevação renovável
600
Energia Final
Sistemas de elevação em edifícios de C&S
Edifício previsto
Edifício de referência
601
Energia Final
Sistemas de elevação em edifícios de C&S
Sistemas de elevação
602
Energia Final
Sistemas de elevação em edifícios de C&S
Ascensores
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EMIE
Empresa responsável pela
Medição dos consumos manutenção da instalação
segundo EN ISO 25745-1
EIIE
Entidade inspetora
acreditada pela DGEG
603
Energia Final
Sistemas de elevação em edifícios de C&S
Ascensores
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604
Energia Final
Sistemas de elevação em edifícios de C&S
Ascensores
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Manual SCE
Manual SCE
605
Energia Final
Sistemas de elevação em edifícios de C&S
Ascensores
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Manual SCE
607
Energia Final
Sistemas de elevação em edifícios de C&S
Em que: Em que:
▪ Ed,stb – Consumo de energia diário em stand-by ▪ tstb – Período de funcionamento diário
em stand-by
▪ Ed,as – Consumo de energia diário em auto start
▪ tas – Período de funcionamento diário
▪ Ed,vr – Consumo de energia diário em modo em auto start
velocidade reduzida
▪ Pv – Potência de vazio
▪ Ed,v – Consumo de energia diário em vazio (sem
carga) ▪ tvr – Período de funcionamento diário
em modo velocidade reduzida
▪ Ed,cc – Consumo de energia diário com carga
▪ tvn – Período de funcionamento diário
em velocidade nominal
608
609
Manual SCE
Sistemas de elevação em edifícios de C&S
Em que:
N – Número médio de passageiros diários [passageiros/dia]
m – Massa média por passageiro, por defeito assume o valor de 75 [kg/passageiro]
Hetr – Desnível da escada ou tapete rolante [m]
Ltr – Comprimento do tapete rolante [m]
CF – Coeficiente de correção da eficiência em modo descida
Assume o valor 0 com menos de 10 000 passageiros por dia e não regenerativas
Assume o valor 0,5 para mais de 10 000 passageiros por dia ou regenerativas
αetr – Ângulo de inclinação da escada ou tapete rolante
611
Energia Final
Sistemas de elevação em edifícios de C&S
Manual SCE
Escadas
(sentido ascendente)
Escadas
(sentido descendente)
Tapetes rolantes
612
Energia Final
Sistemas de elevação em edifícios de C&S
Em que:
▪ tacessórios – Período de funcionamento diário dos acessórios, que na ausência de melhor informação deve tomar o valor igual a 24 [h/dia]
613
Balanço energético em edifícios de C&S
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614
Energia Final
Sistemas de elevação em edifícios de C&S
Edifício previsto
Edifício de referência
615
Energia primária
Fatores de conversão
616
Energia primária
Fatores de conversão
conversão entre energia final e energia primária publicado pela Direção Geral de Energia e
Geologia (DGEG) após a entidade proprietária dos sistemas ou da rede urbana de produção e
distribuição de calor e frio solicitar o seu cálculo.
617
Edifícios de comércio e serviços
Conteúdos programáticos
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Requisitos da envolvente
e sistemas técnicos
618
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Tipos de categorias de requisitos
Portaria n.o 138-I/2021
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Instalações de
Ventilação
elevação
Automatização
Climatização
e controlo
Requisitos da envolvente e
sistemas técnicos
Edifícios de C&S
Produção de
Água quente
energia elétrica
Iluminação 620
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Instalação correta
621
Requisitos dos sistemas técnicos
Ajustamento adequado
Telas finais
Manuais
Relatório de execução de testes
Catálogos
Fichas de manutenção
622
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Tipos de categorias de requisitos
Instalações de
Ventilação
elevação
Automatização
Climatização
e controlo
Requisitos da envolvente e
sistemas técnicos
Edifícios de C&S
Produção de
Água quente
energia elétrica
Iluminação 623
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Envolvente opaca e envidraçada
Requisitos gerais
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Os elementos da envolvente opaca e envidraçada de edifícios novos ou renovados devem estar devidamente
caracterizados em termos do seu comportamento térmico ou das características técnicas que possam determinar
ou afetar esse comportamento, nomeadamente devem dispor de marcação CE e declaração de conformidade que
declare que o produto cumpre todas as disposições aplicáveis.
Esta caracterização deve ser evidenciada através de documentação e/ou fichas técnicas, bem como de
etiqueta energética emitida no âmbito de sistema de etiquetagem aplicável nos termos de regulamentação
europeia ou nacional em vigor
▪ Nas situações em que os elementos da envolvente de conceção e fabrico individuais se encontrem excluídos da obrigação de
apresentar marcação CE ou declaração de conformidade, o fabricante deve recorrer a procedimentos simplificados de
avaliação de desempenho que permitam caracterizar o respetivo comportamento térmico ou apresentar as características
técnicas que possam determinar ou afetar esse comportamento.
624
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Envolvente opaca
O coeficiente de transmissão térmica superficial (U) de elementos da envolvente opaca de edifícios de comércio e
serviços novos ou renovados não pode ser superior aos valores indicados na Tabela 4 da Portaria n.º 138-I/2021.
625
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Envolvente opaca
626
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Envolvente opaca
627
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Envolvente envidraçada
O cumprimento dos
requisitos pode ser
avaliado tendo em
conta o valor de UWDN
628
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Envolvente envidraçada
Envolvente envidraçada
629
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Envolvente envidraçada
630
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Envolvente envidraçada
Os vãos envidraçados com condição fronteira exterior ou interior com ganhos solares em espaços interiores úteis
devem verificar a seguinte condição:
Portaria 138-I/2021
631
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Envolvente envidraçada
Envolvente envidraçada
632
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Envolvente envidraçada
633
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Tipos de categorias de requisitos
Instalações de
Ventilação
elevação
Automatização
Climatização
e controlo
Requisitos da envolvente e
sistemas técnicos
Edifícios de C&S
Produção de
Água quente
energia elétrica
Iluminação 634
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
Requisitos gerais
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▪ A ventilação nos edifícios deve realizar-se, preferencialmente, de forma natural podendo ser complementada com ventilação
mecânica de forma a assegurar a renovação do ar
▪ A ventilação natural deve ser dotada de meios que permitam limitar a renovação excessiva de ar, assim como prever uma
distribuição adequada das aberturas nos espaços para promover a renovação do ar e evitar zonas de estagnação.
▪ As soluções de ventilação devem cumprir com as disposições relativas aos requisitos acústicos em edifícios previstas na
legislação aplicável
▪ Nos edifícios de habitação, a ventilação é geral para todo o edifício, devendo a admissão de ar ser pelos espaços principais e
extração por espaços de serviços
▪ Nas situações que a ventilação se faça de forma conjunta com a climatização, devem ser garantidos os requisitos aplicáveis
dos sistemas de climatização
635
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
Requisitos gerais
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A caracterização dos elementos do sistema de ventilação deve ser evidenciada através de documentação
e/ou fichas técnicas, bem como de etiqueta energética emitida no âmbito de sistema de etiquetagem
aplicável nos termos de regulamentação europeia ou nacional em vigor
▪ Os elementos que compõem o sistema de ventilação devem cumprir os requisitos de conceção ecológica de produtos da
regulamentação europeia, dispondo de marcação CE e declaração de conformidade, que ateste que o produto cumpre todas
as disposições aplicáveis
636
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
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637
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
▪ O dimensionamento dos sistemas de ventilação, deve garantir os caudais de ar exigidos tendo em vista a promoção da qualidade
do ar interior e a minimização dos consumos de energia associados
▪ No caso que as redes de condutas dos sistemas de ventilação disponham de isolamento, este deve ser instalado preferencialmente
pelo exterior, mas se for instalado pelo interior o isolamento não pode prejudicar a qualidade do ar circulante
▪ Os sistemas de ventilação devem dispor de acessos fáceis para trabalhos de inspeção e manutenção, segundo norma NP EN 12097,
aos componentes:
638
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
▪ Instalação de um separador de gotas sempre que o ar passe pelas baterias de arrefecimento a velocidades iguais ou
superiores a 2,5m/s
▪ Instalação de módulos de filtragem ensaiados de acordo com as normas ISO 16890-1 ou EN 1822-1 de classe adequada, tendo
em conta a qualidade do ar exterior e o tipo de utilização do espaço (EUROVENT 4/23), mantendo-se as regras para
configuração da instalação
639
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
Portaria 138-I/2021
O valor mínimo de da taxa de renovação Para edifícios de comércio e serviços o requisito de renovação do ar
horária encontra-se definida na tabela 10,
sendo o valor de 0,5 renovações por hora é definido através de um caudal mínimo de ar novo por espaço
640
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
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641
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
Tal como verificado anteriormente, o requisito por espaço de caudal de ar novo é determinado com base
nos critérios de ocupação e edifício
Requisito de ar novo
642
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
▪ No caso do cumprimento dos requisitos de caudais de ar novo ser assegurado exclusivamente por ventilação natural, considera-se
adequado quando o caudal de ar por espaço seja garantido para 90% das horas do ano, durante o período de ocupação
▪ Espaços técnicos e locais sujeitos a requisitos de higiene e segurança no local de trabalho, relativos à renovação do ar interior, no âmbito da
respetiva atividade, com fontes poluentes específicas e nos quais são manuseados produtos químicos ou biológicos
▪ Nas situações que exista recirculação de ar ou a ventilação se processe por ar transferido, esse ar não pode ser proveniente de:
▪ Instalações sanitárias, cozinhas, arrecadações, parques de estacionamento, espaços com fumadores e outros espaços com fontes de
contaminação identificadas
643
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
Tal como verificado anteriormente, o requisito por espaço de caudal de ar de extração é determinado com
base nos critérios de poluente e área
Requisito de extração ar
644
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
▪ As instalações sanitárias devem ser mantidas em depressão relativamente a todos os espaços adjacentes, através de redes de
condutas de exaustão independentes
▪ O cumprimento dos caudais de extração deve ser assegurado através da colocação de aberturas de ar localizadas acima da fonte
poluente. Nos casos de várias fontes para um único volume de ar não compartimentado, poderá ser realizada a extração de ar do
espaço numa abertura única
645
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
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646
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação
▪ Os edifícios de comércio e serviços que disponham de ventilação natural, recomenda-se a instalação de um sistema de controlo de
abertura dos dispositivos de admissão e extração de ar através da monitorização permanente de CO2
▪ Sistemas de ventilação mecânica com caudal global de ar novo igual ou superior a 3000 m3/h devem:
▪ A integração deve ser efetuada com recurso a protocolos normalizados ou interfaces que permitam comunicação aberta com outros sistemas
647
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Ventilação – Radão
▪ Até à publicação do Plano Nacional do Radão, referido no Artigo 150.º do Decreto-Lei n.º 108/2018, que prevê a caracterização ao
nível nacional das zonas mais suscetíveis à exposição do Radão, devem ser implementadas:
▪ Soluções com vista à redução da concentração do Radão, em edifícios inseridos em zonas graníticas para valores inferiores ao disposto no
artigo 145º do Decreto-Lei n.º 108/2018, de 3 de dezembro, sendo o limiar de 300 Bq/m2
▪ Braga ▪ Guarda
▪ Vila Real ▪ Viseu
▪ Porto ▪ Castelo Branco
648
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Tipos de categorias de requisitos
Instalações de
Ventilação
elevação
Automatização
Climatização
e controlo
Requisitos da envolvente e
sistemas técnicos
Edifícios de C&S
Produção de
Água quente
energia elétrica
Iluminação 649
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
Requisitos gerais
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▪ São projetados e instalados de forma a permitir uma adequada condução e manutenção durante o seu funcionamento
A caracterização dos sistemas de climatização deve ser evidenciada através de documentação e/ou fichas
técnicas, bem como de etiqueta energética emitida no âmbito de sistema de etiquetagem aplicável nos
termos de regulamentação europeia ou nacional em vigor
▪ Os elementos que compõem o sistema de climatização devem cumprir os requisitos de conceção ecológica de produtos da
regulamentação europeia, dispondo de marcação CE e declaração de conformidade, que ateste que o produto cumpre todas
as disposições aplicáveis
▪ Nos casos em que o projeto dos sistemas de climatização apresente uma potência nominal global superior a 30 kW, o
conteúdo técnico do projeto deve estar em conformidade com o artigo 44º da Portaria n.º 701-H/2008
▪ Nas situações que a climatização seja assegurada por água quente com origem em sistemas solar térmico, devem ser
garantidos os requisitos aplicáveis dos sistemas de preparação de água quente 650
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
▪ Os sistemas de climatização instalados em edifícios novos ou sujeitos a grande renovação devem dispor, de dispositivos que
permitam regulação separada da temperatura em cada espaço e assegurem cumulativamente:
▪ Regulação da potência de climatização, em conformidade com as definições de conforto térmico para o espaço em causa
No caso de renovações, excluindo grandes renovações, onde seja substituído o gerador de calor ou frio, pode o requisito de
regulação ser observado ao nível da zona térmica e não do espaço
651
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
652
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
Em que:
653
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
▪ O isolamento das tubagens associadas ao transporte do fluido frigorigéneo dos sistemas de expansão direta deve:
▪ As tubagens enterradas devem dispor de proteção mecânica estanque, isolamento térmico e barreira de vapor
Elementos das redes de tubagem e/ou condutas encontram-se isentas da aplicação de isolamento
desde que, dedicadas a um espaço climatizado e não exista possibilidade de condensação
654
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
▪ Sistemas de climatização devem ser dimensionados aferindo as necessidades de aquecimento e/ou arrefecimento, tendo em
conta a utilização prevista do edifício
▪ Soma de caudais de ar de insuflação dos equipamentos dos sistemas “tudo ar” seja superior a 10 000 m3/h
655
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
▪ A potência elétrica de aquecimento por efeito de joule não excede 5% da potência global de aquecimento, com limite máximo de 25 kW por
fração
▪ Nos sistemas exclusivos de arrefecimento, a potência dos equipamentos destinados a reaquecimento terminal não pode exceder 10% da
potência térmica global de arrefecimento, sendo admissível o recurso a resistência elétrica desde que cumprido o requisito do efeito de joule
indicado
656
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
657
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
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658
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
659
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
▪ A instalação dos dispositivos deve ser efetuada nas redes de distribuição de água quente e refrigerada, devendo os mesmos ficarem
acessíveis para leitura e manutenção
660
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Climatização
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661
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Tipos de categorias de requisitos
Instalações de
Ventilação
elevação
Automatização
Climatização
e controlo
Requisitos da envolvente e
sistemas técnicos
Edifícios de C&S
Produção de
Água quente
energia elétrica
Iluminação 662
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
Requisitos gerais
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Os sistemas de preparação de água quente (AQ) nos edifícios novos ou renovados, devem garantir que:
▪ São projetados e instalados de forma a permitir uma adequada condução e manutenção durante o seu funcionamento
A caracterização dos sistemas de preparação de AQ deve ser evidenciada através de documentação e/ou
fichas técnicas, bem como de etiqueta energética emitida no âmbito de sistema de etiquetagem aplicável
nos termos de regulamentação europeia ou nacional em vigor
▪ Os elementos que compõem o sistema de preparação de AQ devem cumprir os requisitos de conceção ecológica de produtos
da regulamentação europeia, dispondo de marcação CE e declaração de conformidade, que ateste que o produto cumpre
todas as disposições aplicáveis
▪ Nos casos em que o projeto dos sistemas de preparação de AQ apresente uma potência nominal global superior a 30 kW e/ou
o projeto de sistemas solares térmicos de circulação forçada apresente uma área superior a 15 m² de área de captação, o
conteúdo técnico do projeto deve estar em conformidade com o artigo 44º da Portaria n.º 701-H/2008
663
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
Requisitos gerais
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Os sistemas de preparação de água quente (AQ) nos edifícios novos ou renovados, devem garantir que:
▪ Para a preparação de AQ deve ser privilegiado a utilização de equipamentos com recurso a energia renovável
▪ Os sistemas de preparação de AQ, no referente à preparação e distribuição de água quente sanitária (AQS), devem cumprir
com o Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e Prediais de Distribuição de Água e de Drenagem de Águas Residuais
(Decreto Regulamentar n.º 23/95, de 23 de agosto)
▪ Nas situações que os sistemas de preparação de AQ contemplem a função de climatização, devem ser garantidos os requisitos
aplicáveis dos sistemas de climatização
664
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
Portaria 138-I/2021
▪ As espessuras de isolamento previstos nas Tabelas 19 e 20 são
válidas para uma condutibilidade térmica de 0,040 W/(m.℃) a
10℃
Em que:
666
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
▪ Os sistemas e/ou coletores solares térmicos devem ser certificados segundo EN 12976 e EN 12975, respetivamente
▪ O sistema solar térmico deve ser o único sistema que aquece a parte mais fria do depósito de acumulação
▪ Se a temperatura de estagnação do coletor solar plano for superior a 120℃, os coletores devem possuir quatro tomadas
▪ Nas instalações de sistemas solar térmico compostos por três ou mais grupos autónomos, devem ser previstas a instalação de
válvulas de regulação de caudal
667
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
Tal obrigação deve funcionar sem prejuízo do desempenho das redes ou da saúde pública em instalações de uso público
668
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
Portaria 138-I/2021
▪ Para o dimensionamento dos sistemas de preparação de água
quente sanitária em edifícios de comércio e serviços, encontram-
se recomendados valores de referência dispostos na Tabela 23
669
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
▪ As redes de distribuição de AQS superiores a 15 metros, entre gerador (ou acumulador) e dispositivo terminal mais afastado,
deverá ser prevista rede de circulação
A obrigação de instalação de rede de circulação pode ser dispensada, caso sejam instaladas
soluções que minimizem os tempos de espera de AQS ou o seu desperdício
Eficiência Hídrica
670
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
▪ Recomendação que o sistema solar térmico assegure entre 50 a 70% das necessidades de AQ
▪ Obrigação de instalação de válvulas de regulação de caudal em sistemas centralizados que sirvam vários depósitos ou frações
▪ Vaso de expansão deve ter capacidade de absorver as dilatações do circuito e receber o líquido expulso durante vaporização
▪ Para sistemas com área de captação superior a 15 m2: o circuito primário deve apresentar uma perda de carga ≤ 4 mbar/m
671
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
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672
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
673
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
▪ Dispositivos de contagem dos consumos de energia por cada fração ou edifício serviços pelo sistema
▪ Sempre que exista rede de circulação e retorno de AQS, deve ser previstos mecanismos de controlo horário para minimizar
consumos em períodos de não utilização
674
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
▪ Sistemas com área de captação superior a 15 m2, devem dispor de monitorização e registo de produção
▪ Obrigação de controlo para o sistema de apoio, garantindo que apenas funciona quando necessário
▪ Nos sistemas de circulação forçada, a bomba circulação do primário apenas deve funcionar para aproveitamento de energia
solar ou dissipação de energia
▪ Depósitos com resistência elétrica devem possuir relógio programável
▪ Sistemas de controlo devem permitir parametrização e leitura de:
▪ Temperatura do depósito e valor máximo
▪ Diferencial de temperatura entre zona mais quente do coletor e zona mais fria do depósito
675
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Água quente
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676
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Tipos de categorias de requisitos
Instalações de
Ventilação
elevação
Automatização
Climatização
e controlo
Requisitos da envolvente e
sistemas técnicos
Edifícios de C&S
Produção de
Água quente
energia elétrica
Iluminação 677
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Iluminação fixa
Os sistemas de iluminação fixos nos edifícios novos ou renovados, devem garantir que:
▪ São projetados e instalados de forma a permitir uma adequada condução e manutenção durante o seu funcionamento
A caracterização dos sistemas de iluminação fixos deve ser evidenciada através de documentação e/ou
fichas técnicas, bem como de etiqueta energética emitida no âmbito de sistema de etiquetagem aplicável
nos termos de regulamentação europeia ou nacional em vigor
▪ Os elementos que compõem o sistema de iluminação fixo devem cumprir os requisitos de conceção ecológica de produtos da
regulamentação europeia, dispondo de marcação CE e declaração de conformidade, que ateste que o produto cumpre todas
as disposições aplicáveis
678
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Iluminação fixa
679
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Iluminação fixa
680
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Iluminação fixa
▪ A verificação dos níveis de iluminância deve ser realizada através Em alternativa, a verificação dos níveis de iluminância para
de estudo luminotécnico com recurso a programa de utilização edifícios construídos, pode ser efetuada através de medição
independente e adequado à norma EN 15193 por espaço segundo EN 12464-1
682
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Iluminação fixa
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683
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Iluminação fixa
▪ Os sistemas fixos de iluminação, devem recorrer à segregação dos circuitos elétricos de potência:
▪ Utilização de circuitos independentes por cada zona funcional;
▪ Adoção de circuitos elétricos independentes por filas de luminárias, paralelas ou alternadas entre si
▪ Os sistemas de iluminação com equipamentos elétricos auxiliares (balastros ou drivers), dispensam a segregação de
circuitos, desde que se encontrem ligados uma comunicação com sensores ou detetores para controlo e regulação da
iluminação que promovam o mesmo efeito da segregação de circuitos
684
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Iluminação fixa
685
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Iluminação fixa
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686
687
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Iluminação fixa
Questão 24
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Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Tipos de categorias de requisitos
Instalações de
Ventilação
elevação
Automatização
Climatização
e controlo
Requisitos da envolvente e
sistemas técnicos
Edifícios de C&S
Produção de
Água quente
energia elétrica
Iluminação 688
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Produção de energia elétrica
Requisitos gerais
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▪ Sistema seja enquadrado em função da atividade, nos termos da legislação aplicável, nomeadamente:
▪ Autoconsumo renovável individual
▪ Cogeração
▪ Avaliação em função do consumo de energia do edifício e eventual necessidade de injeção na rede, de forma a realizar-se um
adequado dimensionamento da produção e desempenho
689
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Produção de energia elétrica
▪ O dimensionamento das unidades de produção para autoconsumo (UPAC), nos termos do Decreto-Lei n.º 162/2019,
deve promover a otimização da relação entre a produção e consumo de energia da própria instalação
▪ O dimensionamento das instalações de cogeração, nos termos do Decreto-Lei n.º 23/2020 na sua redação atual, deve ser
realizado com o objetivo de dar resposta às necessidade de energia térmica e de eletricidade do edifício
690
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Produção de energia elétrica
Sistemas UPAC > 30 kWp devem permitir a sua A integração deve ser efetuada com
integração num sistema de gestão técnica de energia recurso a protocolos normalizados
691
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Produção de energia elétrica
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692
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Tipos de categorias de requisitos
Instalações de
Ventilação
elevação
Automatização
Climatização
e controlo
Requisitos da envolvente e
sistemas técnicos
Edifícios de C&S
Produção de
Água quente
energia elétrica
Iluminação 693
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Automatização e controlo
Requisitos gerais
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Para sistemas abaixo de 100 kW, a instalação SACE deve assegurar o cumprimento dos
requisitos de controlo adequado aplicáveis, individualmente, a cada sistema técnico abrangido
694
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Tipos de categorias de requisitos
Instalações de
Ventilação
elevação
Automatização
Climatização
e controlo
Requisitos da envolvente e
sistemas técnicos
Edifícios de C&S
Produção de
Água quente
energia elétrica
Iluminação 695
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Instalações de elevação
696
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Instalações de elevação
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697
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Instalações de elevação
▪ A contabilização dos parâmetros que se considerem pertinentes e que afetem o desempenho do sistema, tal como:
698
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Instalações de elevação
699
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Instalações de elevação
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700
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Tipos de categorias de requisitos
Instalações de
Ventilação
elevação
Automatização
Climatização
e controlo
Requisitos da envolvente e
sistemas técnicos
Edifícios de C&S
Produção de
Água quente
energia elétrica
Iluminação 701
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Infraestruturas de carregamento de veículos elétricos
▪ Os edifícios novos ou sujeitos a grandes renovações devem prever a disponibilização de uma potência mínima de carregamento
de veículos elétricos, segundo o disposto na Portaria n.º 220/2016
Suporte a uma infraestrutura para carregamento para 1 em cada 5 lugares de estacionamento + 2 postos de carregamento VE
702
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Infraestruturas de carregamento de veículos elétricos
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703
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Infraestruturas de carregamento de veículos elétricos
As infraestruturas de carregamento de
VE devem dispor cumulativamente:
704
Requisitos da envolvente e sistemas técnicos
Infraestruturas de carregamento de veículos elétricos
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705
Edifícios de comércio e serviços
Conteúdos programáticos
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Requisitos da envolvente
e sistemas técnicos
706
Requisitos de desempenho energético
Classe energética
respetiva classe energética do edifício, que tem por base alguns dos indicadores energéticos
apresentados anteriormente
▪ Nos edifícios de comércio e serviços, a classe energética é determinada em função do rácio de classe
energética (RIEE), que resulta da relação entre os consumos regulados de energia primária determinadas para
o edifício previsto (IEEpr,S), tendo em conta o contributo de fontes de energia renovável (IEEpr,ren) e os de
referência (IEEref,S), conforme a seguinte equação:
707
Requisitos de desempenho energético
Classe energética
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708
Requisitos de desempenho energético
Classe energética
709
Requisitos de desempenho energético
Classe energética
Os edifícios de comércio e serviços sujeitos a grande renovação devem verificar o cumprimentos dos
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Os edifícios sujeitos a grande renovação ficam dispensados dos requisitos de desempenho energético, de forma
individual, sempre que se verifiquem constrangimentos técnicos ou funcionais
710
Requisitos de desempenho energético
Indicador de energia primária renovável
▪ O valor de RenC&S é obtido pela relação entre a energia primária total renovável para autoconsumo nos
usos regulados do edifício e a energia primária total para o uso de AQS, conforme a seguinte equação:
711
Requisitos de desempenho energético
Indicador de energia primária renovável
Despacho n.º 6476-E/2021
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um nível limitado de energia primária fóssil para consumos regulados mediante os indicadores
de energia primária fóssil IEEfóssil,S
713
Requisitos de desempenho energético
Indicador de energia primária fóssil
Despacho n.º 6476-E/2021
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714
Requisitos de desempenho energético
Edifício de necessidades quase nulas de energia
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▪ São edifícios com necessidades quase nulas de energia (NZEB) os edifícios de comércio e serviços que
verifiquem o cumprimento das condições previstas para os edifícios novos indicadas na Tabela 3 do Despacho
n.º 6476-E/2021
715
716
Requisitos de desempenho energético
Questão 25
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717
Agradecemos a sua atenção
Fim do tema 3
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