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Estágios Motivacionais e o Que Fazer

O documento descreve os cinco estágios motivacionais para mudança de comportamento: 1) pré-contemplação, 2) contemplação, 3) preparação, 4) ação, 5) manutenção. Cada estágio representa um nível diferente de motivação e comprometimento com a mudança, e requer estratégias de intervenção específicas para ajudar o indivíduo a progredir para o próximo estágio.

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Estágios Motivacionais e o Que Fazer

O documento descreve os cinco estágios motivacionais para mudança de comportamento: 1) pré-contemplação, 2) contemplação, 3) preparação, 4) ação, 5) manutenção. Cada estágio representa um nível diferente de motivação e comprometimento com a mudança, e requer estratégias de intervenção específicas para ajudar o indivíduo a progredir para o próximo estágio.

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Estágios Motivacionais

Motivação
É um estado de prontidão ou avidez para mudança que pode oscilar de tempos em
tempos ou de uma situação para outra e que é passível de ser influenciado.
Modelo da espiral dialética.

1. Pré-contemplação: Não pensa na possibilidade de mudança.


Pacientes que não consideram que seu uso traga algum problema. Minimiza as
consequências negativas e/ou ignora tentativas de ajuda das outras pessoas. São
usuários felizes.
O que fazer?
Estabelecer vínculo e não confrontar diretamente, incentivar o paciente a refletir.
Levantar dúvidas, aumentar a percepção sobre os riscos e problemas do
comportamento atual.
*Acompanhamento vertical

2. Contemplação: Pensando na possibilidade de diminuir ou parar o uso –


AMBIVALÊNCIA.
O sujeito começa a pensar na possibilidade de mudança. Reconhece a conexão
entre seus problemas atuais e o uso, mas não têm atitudes clarar para parar o uso.
Sem comprometimento com a abstinência.
O que fazer?
Ajudar o paciente a inclinar a balança em favor da mudança (Listas de vantagens
e desvantagens; consequências positivas e negativas). Fornecer informações
relevantes (sem terror). Evocar as razões para a mudança, os risco de não mudar,
fortalecer a auto-eficácia (capacidade) para a mudança do comportamento atual.
*Acompanhamento vertical

3. Preparação: Desenvolvendo um plano e estratégias para mudança de


comportamento.
Reconhece o uso como causador de muitos dos problemas da sua vida.
Comprometido com a mudança, mas ainda fazendo experiências de interrupção
ainda sem optar pela abstinência. Está desenvolvendo um plano para colocar em
prática a mudança de comportamento, mas sem muita clareza sobre o que fazer.

O que fazer?
Incentivar a mudança como no estágio anterior. Trabalhar estratégias protetivas e
auxiliar na identificação de situações de risco, ajudando o paciente a determinar a
melhor linha de ação na busca da mudança.
*Acompanhamento vertical e horizontal em grupos de baixa exigência.

4. Ação: Colocando em prática a mudança de comportamento.


O paciente se engaja em ações mais especificas para alcançar a mudança,
demonstra mais clareza quanto ao seu plano de ação e compromisso com
abstinência. Coloca em prática os planos e estratégias para a mudança de
comportamento.
O que fazer?
Dar ênfase para consolidar a decisão e ressaltar retornos positivos pelo esforço.
*Acompanhamento vertical e horizontal em grupos de baixa e alta exigência.

5. Manutenção: Mantendo o novo comportamento. Término (?)


Realizar uma mudança não garante que ela será mantida. Durante esse estágio há
o desafio de integrar as mudanças à vida, por isso, o desafio é manter o
comportamento desenvolvido e evitar a recaída.
O que fazer?
A manutenção da mudança exige a construção de um repertório de habilidades
e estratégias de enfrentamento aos lapsos. Se antecipar a problemas e
dificuldades que o paciente possa enfrentar.
*Acompanhamento vertical e horizontal em grupos de baixa e alta exigência.

*Recaídas e lapsos
São esperados durante o processo e não significa “voltar do zero”.
Lapso: deslize pontual
Recaída: volta ao padrão anterior de uso
O que fazer?
Oportunidade de fortalecer aspectos emocionais, treinamento de habilidades e
responsabilização. Renovar os processos anteriores evitando a desmoralização ou
a imobilização devido ao uso.
Detalhar com a pessoa o contexto da situação de lapso/recaída, destacando os
elementos de risco e oferecer a possibilidade para que ela implemente em seu
repertório ações protetivas e novas estratégias.
*Fortalecer acompanhamento vertical durante a crise

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