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A Importância Da Leitura

O documento discute a importância da leitura, especialmente para crianças e jovens. Defende que a leitura deveria ser uma atividade diária e que os hábitos de leitura são benéficos para o desenvolvimento pessoal e escolar. Também destaca iniciativas como o projeto '10 Minutos a Ler' para promover a leitura por prazer.
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A Importância Da Leitura

O documento discute a importância da leitura, especialmente para crianças e jovens. Defende que a leitura deveria ser uma atividade diária e que os hábitos de leitura são benéficos para o desenvolvimento pessoal e escolar. Também destaca iniciativas como o projeto '10 Minutos a Ler' para promover a leitura por prazer.
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A leitura é fundamental. Concordas com a afirmação?

Ler é bom. Ler faz bem.

A leitura é a maneira mais antiga e mais eficiente, de adquirir conhecimento. Ler torna-nos mais
felizes. Deste modo, é fundamental acabar com a ideia de que ler é um hábito chato e monótono.

Em primeiro lugar, acho que ler deveria ser um compromisso diário. Todos deveríamos ler pelo
menos dez minutos por dia. Considero que esta atividade permite o desenvolvimento da nossa
capacidade de interpretar textos.

Em segundo lugar, acho que também nos ajuda a desenvolver a nossa imaginação e alarga o
vocabulário. Por exemplo, na escrita de um texto narrativo podemos basear-nos nas histórias que
já lemos nos livros.

Para concluir, acho que ler é muito importante principalmente para nós, jovens, que ainda
estamos a desenvolver-nos, pois vai ajudar-nos a evoluir como alunos e como pessoas.

Ler não tem de ser uma chatice nem uma obrigação. Pode ser divertido e qualquer altura é
boa para o fazer. O projeto «10 Minutos a Ler», do Plano Nacional de Leitura, quer pôr toda
a gente com um livro na mão
Com certeza, lês muitos livros na escola. No mínimo, lês os manuais e os livros estudados
em Português. Mas quantos deles te agradaram ou fizeram feliz? Se lês só por obrigação, é
natural que aches a leitura muito aborrecida. Mas não tem de ser. Pelo contrário, ler pode
ser um grande prazer! Esta é a mensagem que o Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL) quer
passar a todos os miúdos através da iniciativa «10 Minutos a Ler», que tem como lema Ler
sempre, em qualquer lugar.

O desafio foi lançado às escolas dos 2º e 3º ciclos do Ensino Básico e do Ensino Secundário,
e mais de 200 se inscreveram neste projeto. Dessas escolas, foram escolhidas 70, e todas
tiveram como prémio 1000 euros para comprarem livros novos para as suas bibliotecas.
Livros mesmo fixes, daqueles que dão vontade de ler… Em qualquer lugar.

Quanto aos dez minutos de leitura que dão nome a este projeto, as escolas têm a liberdade
de decidir o que vão fazer com eles. «Podem acontecer a qualquer hora e em qualquer
lugar. Podem ser dados aos alunos dez minutos da primeira aula da manhã ou da tarde
para ler, por exemplo, ou podem ser dez minutos num intervalo, na hora de almoço no
refeitório ou até no ginásio. O importante é ler com prazer», explica Teresa Calçada, do
PNL.

Os livros dão superpoderes


Quem gosta muito de livros é João Costa, o Secretário de Estado da Educação, que esteve na
EBS Frei Gonçalo Azevedo, em São Domingos de Rana, na apresentação do «10 Minutos a
Ler», no dia 8. Na sua opinião, a leitura dá-nos um superpoder: o de sonhar. «Acho que esse
eu tenho!», afirmou, perante a plateia composta de alunos e professores. Bem-disposto, e
para mostrar a importância que dá à leitura, contou uma história que se passou em sua
casa. Depois de chamar o filho várias vezes para jantar, ele lá veio e, aborrecido, respondeu
que não podia jantar porque estava a ler um livro. «Adiámos o jantar!», admitiu.

Mas se, graças ao «10 minutos a Ler», os alunos começarem a ler pelas escolas fora, não
correrão o risco de perderem a conta às horas e chegarem atrasados às aulas? João Costa
brinca: «É por uma boa razão! Com certeza, aprendem mais em 10 minutos com um livro
do que naquele início da aula em que o professor está a tentar manter a ordem».

Para a nossa conversa de hoje decidi trazer como tema os livros e a leitura, sobretudo no que respeita aos
mais novos e ao tempo fora da escola.

Muitos estudos e a experiência mostram que os hábitos de leitura são pouco consistentes entre as crianças,
adolescentes e jovens como, sem surpresa, também o são entre a população em geral.

Por outro lado, também sabemos que a existência de hábitos de leitura e o contacto regular com livros no
ambiente familiar são contributos muito importantes para a construção de percursos escolares e educativos
bem-sucedidos.

Sabemos ainda o quanto é positivo que os pais ou outros “mais crescidos” se envolvam com as crianças,
mesmo em idade de jardim-de-infância, em práticas de leitura e de actividades com os livros para, por
exemplo, contar histórias a partir das imagens. Lembro-me de ouvir o Mestre João dos Santos afirmar que as
crianças aprendem a ler desde que abrem os olhos.

É verdade que os estilos de vida actuais ou a quantidade de tempo que muitas crianças passam nas
instituições educativas podem minimizar a disponibilidade familiar para este tipo de actividades depois de
dias muito compridos e cansativos para todos.

Também sei que os livros e materiais desta natureza têm uma concorrência fortíssima com outro tipo de
materiais, jogos ou consolas por exemplo, e que nem sempre é fácil levar as crianças a outras opções,
designadamente aos livros.

Apesar de tudo isto, também sabemos todos que é possível fazer diferente, mesmo que pouco diferente e
com mudanças lentas.

Estamos no tempo do Natal, no tempo da família, no tempo dos presentes embora eu sempre diga que mais
do que os presentes importam os futuros que preparamos para os miúdos.

Neste entendimento poderíamos experimentar oferecer livros e tempo para com eles brincar.

Os livros e materiais desta natureza quando usados em comum têm ainda uma mais-valia: alimentam a
relação ente adultos e crianças, um bem de primeira necessidade como sabem.

A história que se conta a partir das imagens a crianças que ainda não sabem ler ou a leitura partilhada são
patamares motivadores e contributivos para a leitura autónoma, competente, que se torna uma ferramenta
imprescindível para o acesso ao saber, a todos os saberes.
É claro que à escola compete um trabalho de ensino da leitura e também de construção de hábitos de leitura.
Este trabalho imprescindível e continuado, que nem sempre decorre da forma mais adequada por razões que
um dia aqui abordaremos, pode minimizar efeitos da menor atenção familiar a estes aspectos. No entanto,
não é suficiente para dispensar o que nos contextos familiares pode ser feito a propósito da leitura e da
importância dos livros.

Por todas estas razões e de uma forma intencionalmente muito simples, seria desejável que nos
convencêssemos todos, professores, pais e outros intervenientes na vida de crianças e jovens, que só se
aprende a ler, lendo, só se aprende a escrever, escrevendo, só se aprende a andar, andando, só se aprende a
falar, falando, a decidir, decidindo, etc., etc.

(Texto escrito de acordo com a antiga ortografia)

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