TERMO DE REFERÊNCIA PADRÃO DO ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL
SECRETARIA DE URBANISMO E MEIO AMBIENTE - SEUMA
COORDENADORIA DE LICENCIAMENTO – COL / CÉLULA DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL – CELAM
As instruções técnicas contidas no presente documento possuem como objetivo fornecer as informações básicas do
empreendimento em análise, visando à concessão de seu Licenciamento.
O presente estudo deverá ser elaborado de forma a atender integralmente as informações referentes às diretrizes
estabelecidas na Lei Complementar n° 0208 de 15 de julho de 2015 e as modificações promovidas pela Lei
Complementar n° 0235 de 28 de junho de 2017, na Resolução CONAMA 01/86 e Resolução CONAMA 237/97, bem
como da Lei Complementar n° 062/2009 – PDPFOR, Lei Complementar n° 236/2017 – LPUOS e a Lei Complementar
Nº 0270 de 02 de agosto de 2019 – Código da Cidade.
Observação: Em qualquer fase do licenciamento, havendo necessidade, o órgão ambiental poderá solicitar
informações adicionais caso seja detectado incoerências e/ou mesmo que o estudo não contemple o exigido.
1. INTRODUÇÃO
1.1. IDENTIFICAÇÃO DO EMPREENDIMENTO
Nome ou Razão Social;
CNPJ;
Endereço;
Nome do Representante Legal;
CPF;
Telefone;
E-mail.
1.2. IDENTIFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO
Nome e/ou Razão Social;
CNPJ e/ou RNP;
Formação Profissional;
ART do Estudo (Especificando claramente as atividades desenvolvidas para subsidiar a confecção do EIA);
Endereço;
Telefone;
E-mail.
1.3. IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO OU ATIVIDADE
Informar a localização (endereço completo);
Descrever a solução de abastecimento de água e de esgotamento sanitário;
Descrever a natureza e o porte do empreendimento, indicando a área total em metros quadrados (m²)
requeridos para o licenciamento ambiental, com plotagem sobre a base cartográfica do Macrozoneamento
de Ocupação Urbana constante no Plano Diretor Participativo de Fortaleza – PDPFOR (Lei Complementar
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nº 062/2009) e a classificação da Atividade conforme Lei de Parcelamento Uso e Ocupação do Solo (Lei
Complementar nº 236/2017);
Localização da Atividade Transformadora (AT) e suas Intervenções Ambientais (IA) na peça gráfica de
zoneamento de Fortaleza, indicando todos os dados e elementos pertinentes à elaboração do projeto, tais
como: os canais naturais e artificiais de escoamento das águas superficiais, etc.;
Local de instalação do canteiro de obras;
Memorial descritivo detalhado da atividade, identificando todas as gerações e os tratamentos que serão
dados às emissões atmosféricas, hídricas e de resíduos sólidos;
Especificações técnicas de todos os equipamentos que serão utilizados no processo;
Plano de recuperação das áreas, que porventura venham a ser degradadas por ocasião da implantação do
empreendimento;
Procedimentos necessários para limpeza da área (se houver);
Cronograma de implantação do empreendimento.
2. METODOLOGIA
2.1. LEGISLAÇÃO AMBIENTAL PERTINENTE
Descrição e análise da Legislação Federal, Estadual e Municipal, correlacionando-a ao empreendimento e ao
tipo de atividade a ser desenvolvida, incluindo as instituições a serem envolvidas e suas respectivas
atribuições. Deve ser observado à temporalidade da mesma de modo que não sejam incluídas Leis/Normas
já obsoletas.
2.2. ALTERNATIVAS TECNOLÓGICAS E LOCACIONAIS
O estudo deverá contemplar todas as alternativas tecnológicas e de localização de projeto, incluindo a
viabilidade da ocupação de áreas. Essas alternativas devem ser confrontadas com a hipótese de não
execução, de acordo com a Resolução CONAMA Nº 01/86. Deverá ser analisado o custo-benefício,
considerando aspectos técnicos, econômicos, sociais e ambientais, com enfoque nas restrições de uso de
áreas, quanto à existência de núcleos urbanos, cursos d’água, terras indígenas, comunidades quilombola,
sítios arqueológicos, patrimônios históricos, áreas de preservação permanente e de relevante interesse
ambiental. Deverão ser utilizados dados secundários além dos levantamentos realizados em campo. Deverá
ser mencionado os possíveis conflitos com a implantação do empreendimento, envolvendo a comunidade e
outros empreendimentos de tipologias diversas.
2.3. PLANOS E PROJETOS CO-LOCALIZADOS
Relacionar todos os planos e projetos co-localizados e a compatibilização com as políticas setoriais, planos e
programas de ação federal, estadual e municipal, propostos ou em execução na área de influência do
empreendimento, bem como a compatibilização com outros projetos de iniciativa privada.
2.4. DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DA ÁREA
As informações a serem abordadas neste item devem propiciar uma caracterização ambiental da área
diretamente afetada (ADA), da área de influência direta (AID) e indireta (AII) do empreendimento,refletindo
as condições atuais dos meios físico (geologia, solo, corpos hídricos, no contexto local e urbano), biótico
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(caracterização das espécies da vegetação e da fauna) e socioeconômico (análise regional da população tendo
como referência os bairros).
As informações referentes ao meio físico deverão ser ilustradas em mapa básico de localização e contexto
ambiental; as do meio biótico deverão constar em registros fotográficos; e o socioeconômico poderá ser
representado por tabelas e/ou mapas. Recomenda-se ainda:
2.4.1. Meio Físico
Regime das chuvas e precipitação pluviométrica (médias anuais e mensais; máximas e mínimas anuais);
temperatura (média, mínima e máxima anual); direção dos ventos predominantes; e, evapotranspiração;
Caracterização dos setores climáticos da dinâmica atmosférica regional, enfatizando a circulação geral da
atmosfera e sistemas atuantes;
Caracterização da qualidade de ar na região, apresentando as concentrações de poluentes atmosféricos,
antes da implantação do empreendimento (base line), e descrição dos métodos adotados para sua
determinação;
Caracterização dos níveis de ruído do ambiente (ruído ambiente), em dB(A), na área de influência do
empreendimento e descrição dos métodos para sua determinação;
Caracterização geológica do terreno, pelo menos quanto à estabilidade, permeabilidade e porosidade;
Caracterização geomorfológica da área diretamente atingida pelo empreendimento, incluindo:
compartimentação geomorfológica e características das unidades que compõe o relevo (áreas de morros,
planícies, encostas);
Caracterização topográfica, com levantamento planialtimétrico, em escala conveniente (1:100.000 ou
1:250.000, dependendo da superfície e porte do empreendimento), com curvas de nível de metro em
metro e indicação de todos os detalhes significativos do terreno e vizinhança (construções, poços,
nascentes, etc.);
Características dinâmicas do relevo (presença ou propensão à erosão acelerada e assoreamento, áreas
sujeitas a inundações, desmoronamentos, etc);
Tipos de solos predominantes na área de influência do projeto e identificação daqueles com potencial de
utilização como material de empréstimo;
Bacia hidrográfica e sub-bacia (s) em que se insere o empreendimento;
Curso(s) d’água, poço(s) e outras coleções hídricas mais próximas;
Enquadramento da bacia hidrográfica e dos corpos d’água a serem utilizados ou possivelmente atingidos
pelas atividades do empreendimento (conforme classificação disposta na Resolução CONAMA nº
357/2005);
Análise dos parâmetros limnológicos das águas do(s) corpo(s) d’água receptor(es) de efluente(s)(principais
características físicas, químicas e bacteriológicas);
Principais usos das águas à montante e a jusante do local de inserção do empreendimento;
Caracterização dos aquíferos subterrâneos na área de influência; nível do lençol freático; localização de
áreas de recarga; e informações sobre a qualidade das águas dos mesmos.
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2.4.2. Meio Biótico
Descrição da vegetação regional, de acordo com o bioma em que está inserido o empreendimento, assim
como as respectivas classificações fitofisionômicas;
Caracterização das formações vegetais locais, fitofisionomias existentes dentro da área de influência
assim como a análise da conectividade dos fragmentos e grau de preservação ou degradação dos
remanescentes a importância para os ecossistemas locais e para a manutenção das características físicas.
Identificação das espécies endêmicas raras, ameaçadas de extinção, indicadoras da qualidade ambiental
e de interesse econômico e científico, bem como a localização das áreas de ocorrência das mesmas;
Adoção de metodologias que possibilitem uma amostragem conspícua assim como a analise
fitossociológica das espécies de ocorrência local;
Mapeamento em escala adequada da cobertura vegetal existente na área de influência do
empreendimento indicando as formações vegetais, os diferentes estratos, às áreas de preservação
permanente, Reserva Legal e as unidades de conservação localizadas próximas à área do projeto;
Deverão ser elaborados levantamentos sobre a fauna local (terrestres, aquáticos e alados);
Identificação dos táxons até o nível de espécie sempre que possível, avaliando a relação das espécies
com a necessidade de preservação ou recuperação dos ecossistemas, identificação de espécies
bioindicadoras, endêmicas, raras, ameaçadas de extinção, de interesse econômico e científico, bem como
os dados e análises referentes a dinâmica das populações como, localização das áreas de ocorrência das
mesmas; aspectos como hábitos alimentares, habitat (estrato vegetal), sítios de nidificação e alimentação
significativos, fontes de dessedentação e abrigos;
2.4.3. Meio Socioeconômico
Caracterização da população da área de influência incluindo o número total de habitantes, e sua
distribuição espacial (rural e urbana);
Análise da dinâmica populacional a partir de dados como taxa de natalidade, mortalidade, densidade,
imigração, emigração, IDH e demais dados pertinentes a análise;
Descrever, para área afetada do empreendimento, a existência e condições de funcionamento dos
sistemas de abastecimento de água e esgotos; existência de serviços básicos saúde (hospitais, postos de
saúde, ambulatórios, etc.);
Descrição da situação atual da segurança pública equipamentos e funcionários, análise da capacidadedo
município em relação ao aumento da população local devido implantação do projeto;
Identificação de áreas urbanas que poderão ser afetados com a implantação do projeto;
Identificação dos usos urbanos, considerando os usos residenciais, comerciais, de serviço, industriais,
institucionais e públicos;
Identificação dos principais usos rurais, culturas temporárias e permanentes, pastagens, entre outros;
Identificação das áreas de expansão urbana, rural, industrial e turística;
Identificação das Unidades de Conservação e/ou áreas sob proteção especial como Parques, Estações
Ecológicas, Áreas de Proteção Ambiental, entre outras;
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Caracterização e dimensionamento da população diretamente atingida e passível de remanejamento;
Riscos de saúde presentes na região em decorrência de instalações industriais já existentes;
Possibilidade de adequação da rede de saúde existente para atendimento à nova demanda;
Tipo de construção dos domicílios (materiais empregados) e Condições sanitárias;
Identificação das infraestruturas que possam ser afetadas diretamente pelo projeto (rede viária, ferrovias,
linhas de transmissão, oleodutos, gasodutos, adutoras, etc);
Caracterização das vias de tráfego quanto às condições de pavimentação, conservação, sinalização e
tráfego, bem como quanto ao uso e intensidade de ocupação de áreas lindeiras.
Apresentar o mapeamento dos prováveis sítios arqueológicos e pré-históricos, de acordo com a Lei Federal
Nº 3.924, de 26 de julho de 1961, e sua Portaria IPHAN n° 230 de 17 de dezembro de 2002, bem como das
áreas de interesse científico e de manifestações culturais das comunidades existentes na área;
Identificação de áreas e reservas indígenas porventura existentes na área do projeto;
Principais atividades existentes na área de influência direta e a possível interferência ocasionada a estas
pela implantação do empreendimento;
Ilustração através da apresentação de dados econômicos.
Indicação de formas de participação e mobilização dos usuários nas fases de implantação e operação do
projeto.
Adequabilidade do fornecimento de água;
Porcentagem da população atendida por rede coletora;
Existência e tipo de tratamento dado aos efluentes domiciliares;
Localização da disposição final dos efluentes (tratados ou não), indicando a possível proximidade de
áreas povoadas e o nível de comprometimento à jusante.
Existência e tipo de tratamento dado aos resíduos sólidos (domiciliares, industriais e de serviços de
saúde);
Local do destino final - comprometimento com a saúde (presença de vetores, contaminação do lençol
freático, entre outros);
2.5. IDENTIFICAÇÃO E AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS
Descrever as ações potencialmente causadoras de impactos que serão executadas em cada etapa de
implantação do projeto, as ampliações e expansões do sistema;
Identificar, medir e valorar os impactos ambientais previsíveis, das ações do projeto e suas alternativas nas
etapas de construção, instalação e operação, destacando-se os aspectos benéficos e adversos dos impactos
a serem pesquisados em profundidade e justificando os demais, com ênfase especial nos seguintes
itens:
a) Qualidade e fluxo dos cursos d’água de alimentação e descarte;
b) Flora;
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c) Fauna;
d) Desmatamento;
e) Solo;
f) Drenagem natural do terreno;
g) Áreas de preservação ambiental e unidades de conservação localizadas na área de entorno do
empreendimento;
h) Beleza cênica e paisagem;
i) População;
j) Mão-de-obra local;
k) Níveis de ruído;
l) Malha ferroviária;
m) Malha viária regional e na malha viária de acesso ao empreendimento;
n) Serviços de infraestrutura.
Previsão da magnitude, considerando graus de intensidade de duração e importância dos impactos
identificados, especificando indicadores de impacto, critérios, métodos e técnicas de previsão utilizadas;
Atribuição do grau de importância dos impactos, em relação ao fator ambiental afetado e aos demais
impactos, bem como a relevância conferida a cada um deles pelos grupos sociais afetados;
Avaliação da sinergia dos impactos causados pela atividade, considerando a existência das demais
atividades em operação na área de influência;
Deverão ser mencionados os métodos de identificação dos impactos, técnicas de previsão da magnitude
e os critérios adotados para interpretação e análise de suas interações.
2.6 PROPOSIÇÃO DAS MEDIDAS MITIGADORAS
Neste tópico deverão ser apresentadas as medidas que venham a minimizar ou eliminar impactos adversos
analisados, abrangendo as áreas de implantação e influência do empreendimento e referindo- se
separadamente às fases de estudos, implantação e operação, as quais sofrerão uma integração posterior
com os programas de controle e monitoramento dos impactos ambientais com o respectivo cronograma
de execução.
As medidas mais complexas, que envolvam uma metodologia particular de trabalho com a finalidade de
obter-se a mitigação e/ou compensação de um ou mais impactos significativos, deverão ser consolidados
em um “Programa de Mitigação de Impactos”.
As medidas mitigadoras deverão ser classificadas quanto:
o) Natureza - Preventiva ou corretiva (inclusive os sistemas de controle de poluição, avaliando sua
eficiência em relação aos critérios de qualidade e aos padrões de disposição de efluentes líquidos,
emissões gasosas e resíduos sólidos);
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p) Fase de empreendimento em que deverão ser adotadas - Planejamento, implantação, operação,
expansão e para o caso de acidentes;
q) Fator ambiental a que se destina - Físico, biológico e socioeconômico;
r) Prazo de permanência de sua aplicação - Curto, médio e longo;
s) Responsabilidade por sua implantação - Empreendedor e/ou Órgãos Públicos envolvidos;
t) A sua exequibilidade - em termos de meios, recursos, tecnologia entre outros.
2.7 PROGRAMAS DE ACOMPANHAMENTO E MONITORAMENTO
Apresentar, no mínimo, os planos e programas ambientais abaixo relacionados, cuja implantação deverá
prescindir de detalhamento dos mesmos, inclusive com cronograma de execução, consolidados no projeto
básico ambiental a ser apresentado na eventual fase posterior do licenciamento ambiental:
Plano de Compensação Ambiental;
Plano de monitoramento da qualidade da água (superficial e subterrânea);
Plano de monitoramento do nível de ruídos e vibrações;
Plano de monitoramento da qualidade de solo;
Plano de recuperação de áreas degradadas;
Plano de Proteção ao Ambiente de Trabalho;
Programa de educação ambiental;
Programa de auditoria ambiental;
Programa de gerenciamento de riscos em todas as fases do empreendimento;
Plano de ação de emergências (PAE);
Programa de saúde das populações circunvizinhas ao empreendimento;
Plano de Monitoramento da Fauna e Flora;
Plano de Proteção aos Recursos Hídricos (quando houver);
Plano Paisagístico;
Plano de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos da Construção Civil e de Demolição;
Plano de eventual desativação do empreendimento, compreendendo a retirada das estruturas e
recuperação das áreas impactadas.
2.8 PROGNÓSTICO DA QUALIDADE AMBIENTAL
Definição das diferentes situações resultantes da adoção de cada uma das alternativas tecnológicas e
locacionais, considerando a implantação ou não do empreendimento. Deverão ser contemplados, dentre
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outros, o aumento do fluxo dos transportes e suas implicações na qualidade ambiental da área de
influência do empreendimento, bem como os aspectos relacionados à qualidade do ar e influências sobre
as populações residentes e flutuantes.
3. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
Deverão ser apresentadas as conclusões sobre os resultados das avaliações dos impactos ambientais, incluindo:
Avaliação prognóstica realizada na área de estudo quanto à viabilidade do empreendimento, bem como a
possibilidade de não execução do empreendimento;
Modificações (ambientais, socioeconômicas) decorrentes da alternativa adotada;
Benefícios versus adversidades socioeconômicas, culturais e ambientais decorrentes da implantação e operação
do empreendimento.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Deverão ser relacionadas às referências bibliográficas consultadas para a realização do Estudo de Impacto
Ambiental, incluindo a citação das fontes pesquisadas (textos, desenhos, mapas, gráficos, tabelas, fotografias,
etc.).
ANEXOS
Anexar cópia deste Termo de Referência;
Anexar ao estudo a ART do responsável Técnico pela elaboração do Estudo;
Anexar cópia do Cadastro Técnico Municipal, emitido pelo Fortaleza Online;
Anexar registro fotográfico;
Anexar documentação considerada necessária.
RIMA - RELATÓRIO DE IMPACTO AMBIENTAL
O Relatório de Impacto Ambiental - RIMA deverá refletir as conclusões do Estudo de Impacto Ambiental - EIA,
com linguagem acessível ao público, de modo que se possam entender claramente as possíveis consequências
ambientais do projeto e suas alternativas, comparando as vantagens e desvantagens de cada uma delas.
O Relatório de Impacto Ambiental - RIMA deverá conter:
Os objetivos e justificativas do projeto, suas relações como os planos e programas governamentais;
Uma síntese dos resultados dos estudos de diagnóstico ambiental da área de influência do
empreendimento;
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Análise dos impactos ambientais considerando o projeto, as alternativas, os horizontes de tempo de
incidência dos impactos e indicando os métodos e técnicas adotadas para sua identificação, quantificação
e interpretação;
Caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência, comparando as diferentes situações
de adoção do projeto e suas alternativas, bem como com a hipótese de sua não execução;
Descrição do efeito esperado com a adoção de medidas mitigadoras previstas para os impactos negativos,
mencionando aqueles que não poderão ser evitados, o grau de alteração esperado e as medidas
compensatórias;
Síntese dos programas de controle e monitoramento de impactos; e
Conclusões e recomendações.
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