CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE
CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO E CIÊNCIAS CONTÁBEIS
NOME DO ALUNO EM ORDEM ALFABÉTICA
NOME DO ALUNO EM ORDEM ALFABÉTICA
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NOME DO ALUNO EM ORDEM ALFABÉTICA
TRABALHO EM EQUIPE: EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO EM
ADMINISTRAÇÃO
Estudos de casos para aplicação
MANAUS
2024
NOME DO ALUNO EM ORDEM ALFABÉTICA
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TRABALHO EM EQUIPE: EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO EM
ADMINISTRAÇÃO
Estudos de casos para aplicação
Trabalho em equipe realizado na Turma: INSERIR
CÓDIGO DA TURMA, apresentado ao Centro
Universitário do Norte, cursos de Administração e
Ciencias Contábeis como pré-requisito para a
obtenção de nota parcial do 1º bimestre na
disciplina de Evolução do Pensamento em
Administração.
Prof.ª Adm.ª Monik Souza, Ma.
MANAUS
2024
PRÁTICA 3
APLICANDO OS CONHECIMENTOS A RESPEITO DA ADMINISTRAÇÃO
CIENTÍFICA
Estudo de caso 1
Por alguns dólares a mais
Recentemente, uma fábrica nacional de equipamentos industriais recebeu alguns
pedidos grandes. Ao verificar que não ia conseguir atendê-los sem aumentar muito a
produção, a empresa criou um plano de incentivos para complementar o pagamento
horário. Segundo o programa, todos os aumentos de produtividade resultariam em
aumentos salariais da mesma magnitude (veja a imagem a seguir).
Além disso, a empresa quer aplicar o mesmo esquema de incentivos para o trabalho
aos sábados, em que se pagava 50% a mais por hora, e aos domingos, em que se
pagava o dobro por hora. A direção indicou que estava apostando em um aumento
de 40% na produtividade.
Decorrido dois meses, entretanto, ficou claro que o plano não estava funcionando. A
produtividade havia aumentado em média apenas 17% e, apesar de todos os
esforços dos gerentes, somente 23% dos funcionários estavam dispostos a trabalhar
aso sábados, e 14% aos domingos.
A opinião de um dos gerentes foi: "O que mais eles querem? Nesse esquema novo
eles podem ganhar bem mais que antes. Mas a maioria dos funcionários com os
quais conversei disse que não está interessada no dinheiro extra. Um deles contou
que passava o fim de semana inteiro trabalhando em seu jardim, e um outro levava
os filhos para pescar. Não consigo entender esse tipo de gente. Eles preferem se
divertir em vez de trabalhar”. Um dos funcionários, contudo, apresentou um motivo
diferente para a inesperada falta de aumento de produtividade: "Quem se importa
com o dinheiro extra? Estou ganhando mais do que o suficiente. O que vou fazer
com $ 2.000 a mais? Melhor eu ficar em casa, curtir a minha família e assistir ao
futebol na TV. Não vou me matar por um pouco de dinheiro a mais”.
Questões
1. Por que o esquema de incentivos está tendo tão pouco efeito?
Insira aqui a sua resposta
2. Como Frederick Taylor interpretaria esses resultados?
Insira aqui a sua resposta
3. Que sugestões você daria à empresa?
Insira aqui a sua resposta
APLICANDO OS CONHECIMENTOS A RESPEITO DA TEORIA CLÁSSICA
Estudo de caso 2
Técnicos e gerentes
Uma empresa de consultoria administrativa de São Paulo recebeu um telefonema de
uma fábrica local de máquinas industriais. Os diretores da fábrica haviam acabado
de encerrar a reunião trimestral e tinham concluído que era preciso fazer alguma
coisa para melhorar as operações. Os lucros estavam caindo há seis trimestres
consecutivos. As vendas haviam sido muito boas, mas aparentemente os custos
estavam fora de controle.
Os consultores passaram dez semanas analisando as operações da empresa.
Todos os membros foram entrevistados, do principal executivo ao porteiro. Quando
a equipe de consultores encerrou a análise, entregou um relatório de 212 páginas à
diretoria da empresa. A seguir temos uma das principais conclusões:
Desde sua fundação, a empresa segue uma política de promoções internas. O
principal critério aparentemente é a competência técnica, tanto nos níveis superiores
como inferiores. Não é raro encontrar gerentes no piso da fábrica examinando e
comentando problemas técnicos. Dessa forma, infelizmente, sobra pouco tempo
para gerenciar. Na realidade, essas funções gerenciais, como planejamento,
organização e controle, praticamente não recebem atenção. A empresa necessita de
um influxo de pessoas externas para a administração, que deem menos atenção ao
aspecto técnico e mais ao lado gerencial.
Questões
1. Como essas conclusões se encaixam na filosofia administrativa de Fayol?
Se encaixam de várias formas, começando pela divisão do trabalho que ele defendia
como forma de aumentar a eficiência, e sua falta tornou-se prejudicial à empresa, da
mesma forma com a confusão na hierarquia e disciplina, com gerentes se
envolvendo em questões técnicas, causando problemas de controle e eficiência,
como mencionado no caso. Assim, as conclusões do estudo de caso estão
alinhadas com a filosofia de Fayol sobre a importância de uma organização
claramente estruturada, com divisão clara entre as funções técnicas e gerenciais,
hierarquia bem definida, com disciplina para garantir uma administração eficaz.
2. E comum que os gerentes despendam mais tempo no lado técnico do que no
administrativo do trabalho? Explique.
Sim, é comum que os gerentes dediquem mais tempo ao lado técnico do trabalho do
que ao administrativo devido à sua formação técnica, pressão por resultados
imediatos, falta de habilidades gerenciais e cultura organizacional que valoriza mais
as habilidades técnicas. É importante que os gerentes equilibrem suas
responsabilidades técnicas e administrativas para garantir o funcionamento eficaz da
organização.
3. Como esses problemas podem ser resolvidos?
Para resolver esses problemas, a empresa pode revisar sua política de promoções,
oferecer treinamento em habilidades gerenciais, reestruturar suas funções
organizacionais, contratar gerentes externos com habilidades gerenciais e
estabelecer metas claras de desempenho. Essas medidas ajudarão a empresa a
equilibrar as responsabilidades técnicas e gerenciais de seus gerentes.
PRÁTICA 4
APLICANDO OS CONHECIMENTOS A RESPEITO DA TEORIA DAS RELAÇÕES
HUMANAS
Estudo de caso 3
Ganhar medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos de 2007 com time
desfalcado?
Alguns dias antes da estreia da seleção masculina de vôlei nos jogos Pan-
americanos de 2007, o Brasil recebe uma notícia que surpreende os torcedores: a
seleção vai entrar em campo sem Ricardinho, levantador e capitão da seleção! Por
quê!
Logo após os Jogos Pan-americanos de 2007, sediados no Rio de Janeiro, as
manchetes de jornais e revistas do país davam destaque ao grande número de
medalhas alcançadas por atletas brasileiros. E, como sempre ocorre em
competições internacionais, algumas equipes se destacaram entre as delegações de
cada país. No cenário brasileiro, uma equipe que sempre está no pódio é o time
masculino de vôlei, que conquistou os principais títulos do mundo nos últimos seis
anos.
No vôlei, esporte coletivo, o desempenho do time depende da competência de cada
jogador, além do foco da equipe em resultados e da adoção de estratégias flexíveis
para enfrentarem cenários mutantes. Não se obtém isso sem aspectos de natureza
comportamental, como comprometimento, respeito aos valores do time e do esporte
em geral e da liderança presente em cada equipe.
Às vésperas do início dos Jogos Pan-americanos de 2007, o Brasil recebeu uma
notícia que deixou todos pasmos: o técnico Bernardinho não havia escalado o
jogador Ricardinho, levantador premiado e uma das estrelas do time. A
Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) e Bernardinho alegaram, para a decisão do
corte, que o jogador estava cansado e estressado. Ricardinho, tido por muitos como
o responsável pela velocidade do time, apresentou outra versão: disse que estava
enfrentando problemas de relacionamento com o técnico e que este teria sido o
motivo de seu corte.
Nos dias subsequentes ao anúncio do corte, houve várias discussões na Internet,
em que torcedores avaliavam a decisão do técnico, ora a seu favor, ora contra.
Entretanto, o que se viu depois em campo foi um time entrosado, de alto nível
técnico, e que mostrou equilíbrio em momentos decisivos do campeonato, tendo
superado o fantasma de a equipe nunca ter ganhado uma medalha Pan-americana
no período em que Bernardinho esteve à frente da seleção. Resultado: ficaram com
a medalha de ouro.
Para aqueles que assistiram às partidas da equipe de vôlei, não havia como não
notar a garra e o talento da equipe. Mas havia uma figura notável ao lado da quadra:
Bernardinho. Ele, que foi sempre apontado como um jogador nervoso no tempo em
que era levantador do time de vôlei, não mudou muito: grita, anda de um lado para o
outro durante o jogo e não dá sossego para os jogadores que estão em quadra. Tem
fama de enérgico e, quando liderou a equipe feminina de vôlei, frequentemente
levava as jogadoras às lágrimas, tal a veemência de seus comentários e o grau de
exigência nos treinos.
Quando indagado sobre o segredo de seu sucesso, Bernardinho declara que não se
faz um grande time sem preparação. Ele exige de suas equipes treinamentos
diários, baseados em uma rígida disciplina. Além disso, expõe ao time o que
realmente pensa, fazendo comentários que por vezes ferem, por sua rudeza, mas
que são acatados, por serem reconhecidos como autênticos. Segundo Bernardinho,
o time percebe que sua intenção ao dar broncas é melhorar o desempenho, e não
destruir a autoestima dos jogadores.
Curiosamente, Bernardinho diz que sua habilidade para ser treinador não é um ta-
lento pessoal, e que ela vem sendo adquirida desde o tempo em que sentava no
banco de reservas da equipe de vôlei. Em vez de se distrair, ficava analisando as
estratégias dos dois times em campo, buscando identificar por que os times estavam
ganhando ou perdendo. Segundo ele, seu sucesso foi resultado de muito esforço
pessoal, com foco nos ganhos coletivos.
Seja como for, o fato é que, sob o comando de Bernardinho, a equipe brasileira de
vôlei ganhou 16 títulos desde 2001, ocupando um lugar de destaque entre as
equipes internacionais. Após a vitória nos Jogos Pan-americanos, a reação do
público ficou mais amena frente à sua decisão de não convocar Ricardinho. Os
comentários mudaram de rumo e se concentraram em torno da afirmação: se ele
cortou um dos principais jogadores, devia saber que isso seria o melhor para o time
naquele momento. Será?
Nunca se saberá a resposta, mas uma coisa é certa: a liderança exercida pelo
técnico sobre uma equipe precisa ser muito forte para superar outras lideranças
existentes em campo. Bernardinho parece ter exercido com maestria seu poder
pessoal e demonstrou ter três competências fundamentais para o exercício da
liderança: gerenciamento de conflitos, flexibilidade e adaptação.
Questões
1. "Nós encontramos o homem verdadeiro somente na organização do grupo. As
potencialidades do indivíduo permanecem até que elas sejam liberadas pela vida do
grupo." Comente essa afirmação analisando a posição de Bernardinho à frente da
seleção brasileira masculina de vôlei.
Foi possível constatar que Bernardinho acreditava na importância do trabalho em
equipe, que apesar das habilidades individuais do Ricardinho, sua presença estava
afetando a dinâmica do grupo e seria melhor tirá-lo, com isso ele mostrou uma
abordagem que valorizava o potencial do grupo acima do indivíduo, assim criando
um ambiente onde as potencialidades de cada jogador podiam ser liberadas e
melhoradas pelo trabalho conjunto e pela dinâmica do time.
2. Você diria que o time de Bernardinho foi eficiente ou eficaz? Justifique sua
resposta.
Creio que o time foi eficaz, pois mesmo enfrentando desafios eles alcançaram os
objetivos estabelecidos e o time sob o comando de Bernardinho conquistou
resultados significativos, incluindo 16 títulos desde 2001 e a medalha de ouro nos
Jogos Pan-americanos de 2007.