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Qvcc 05   O dom espiritual de ajuda ou socorro
1Co 12.28
Pois bem, vocês são o corpo de Cristo, e
cada um é uma parte desse corpo.
Na Igreja, Deus pôs tudo no lugar certo:
em primeiro lugar, os apóstolos; em
segundo, os profetas; e, em terceiro, os
mestres. Em seguida pôs os que fazem
milagres; depois os que têm o dom de curar,
ou de ajudar, ou de liderar, ou de falar em
línguas estranhas. 1Co 12.27 – 28 NTLH
Certo homem, ao atravessar de barco o Atlântico,
ficou muito enjoado e confinado ao camarote. Uma noite
ouviu um grito: “Homem ao mar!”.
Não havia nada que pudesse fazer para ajudar. Então
disse para consigo mesmo:
“Ao menos posso colocar a minha lanterna na vigia”.
Então, esforçou-se por se manter de pé enquanto
segurava a lanterna de modo que brilhasse na escuridão.
No dia seguinte soube que a pessoa que foi resgatada
disse: “Estava quase afundando pela última vez quando
alguém colocou uma luz numa vigia. Como a luz incidiu
na minha mão, um marinheiro num salva-vidas agarrou-a
e puxou-me”.
Todos os que usarem pelo
menos um dom espiritual, mesmo
que pareça pequeno, glorificarão o
Salvador.
Hoje, veremos o Dom Espiritual de
ajuda ou socorro...
O que é o dom de ajuda??
A palavra usada por Paulo:
Tradução literal - auxiliar, ajudar
Que por sua vez é derivada de
significa pegar uma pessoa ou coisa a
fim de ajudá-la, pegar para, abraçar,
segurar para apoiar, estar ao lado,
cooperar, responder a um pedido.
O possuidor do dom de ajuda é
poderosamente motivado por Deus para suprir a
necessidade de uma pessoa que precisa de apoio ou
companhia para executar ou completar tarefas ou
realizar alguma coisa. Quer ter oportunidades para
exercitar sua habilidade.
Percebe uma necessidade, mas quer e
prefere ser orientado sobre qual tarefa e
como irá realizar tal tarefa para ajudar.
a) É sensível a necessidades imediatas e
práticas, mas não tem iniciativa de supri-la a
seu modo. Quer supri-la quando pela situação
é claro que o outro quer ajuda ou quando há
um pedido específico. Geralmente só faz
alguma coisa com autorização ou pedido
expresso.
b)Tem satisfação quando usa suas habilidades para
ajudar outras pessoas no Corpo a realizarem com
mais eficiência suas tarefas, fazendo com que
fiquem menos sobrecarregadas.
Se satisfaz em levar a carga de outro.
Ex.: Uma pessoa que pensa desta forma:
“Não sei muito como fazer, mas quero ajudar,
estou à disposição.”
c)Embora não tenha iniciativa, é prestativo. Está
pronto a fazer coisas rotineiras e simples se for
preciso.
d)Sente-se triste ao ver pessoas se esquivarem de
aceitar cargos ou tarefas no trabalho da Igreja
e)Se esforça para fazer o melhor, mesmo que seja
algo para o qual não esteja preparado e não faz
questão de aparecer.
f) Tem prazer em ser auxiliar. Embora perceba a
necessidade, prefere não tomar a iniciativa. Prefere
cooperar com aquele a toma. Não tem muita
inclinação para liderar.
Ex.: Aproxima-se de alguém que está ocupado em
arrumar as cadeiras para uma reunião ou dobrando
os boletins ou abrindo as portas e se oferece para
ajudar, frequentemente assumindo a tarefa sozinho.
Não se importa em terminar a tarefa sozinho.
g)É maleável. Aprende e adapta-se facilmente a
maneira dos outros fazerem as coisas.
h)Prefere tarefas que não precisem de
planejamento prévio ou organização detalhada.
i)Dá apoio espontâneo aos fisicamente fracos
(1Ts 5.14b ... consoleis os desanimados, ampareis
os fracos e sejais longânimos para com todos).
j)Dedica-se mais aos outros que a suas próprias
necessidades.
k) Fica impressionado com exortações bíblicas que
o impelem a auxiliar os irmãos na fé.
(Êx 23.5 - Se vires prostrado debaixo da sua carga o
jumento daquele que te aborrece, não o
abandonarás, mas ajudá-lo-ás a erguê-lo;
Rm 16.2 - para que a recebais no Senhor como
convém aos santos e a ajudeis em tudo que de vós
vier a precisar; porque tem sido protetora de
muitos e de mim inclusive.).
a)Na família?
b)Na igreja?
c)Entre os vizinhos?
d)Na comunidade?
Com esta disposição para servir e ajudar, os dons de
ajuda e de serviço são frequentemente instrumentos do
crescimento espiritual do crente e do incrédulo abrir-se
para Deus.
“Ganha-se o direito de falar de Cristo, ou mesmo
de outro assunto, quando se supre, por amor a
Deus, necessidades que outros percebem que têm”
Para o exercício satisfatório do dom de
ajuda é preciso envolvimento e compromisso
profundos.
Para isso é preciso vencer a mentalidade
da nossa cultura que pouco ou nada estimula
o compromisso e a continuidade.
Deixamos de exercer nossos dons
quando pensamos: “Eu prefiro não me
envolver...” ou “Ah, não! Vai dar muito
trabalho...”
Pode ser tachado de: Pode agir da seguinte maneira:
Não ter iniciativa; ser sem expediente ou
incapaz ou não corresponder a expectativas.
Ser “pouco espiritual”
Ser Interesseiro
Querer “abraçar o mundo”.
Ser orgulhoso ou estar pouco disposto a
cooperar.
Por esperar a autorização ou pedido expresso
para ajudar em situações específicas.
Isso acontece quando espera-se de alguém o
dom do serviço ou mesmo outro que não tenha.
Por estar disposto a cuidar de tarefas diversas.
Por oferecer ajuda espontaneamente
Pelo fato de estar disposto e mesmo conseguir
desempenhar várias coisas ao mesmo tempo no
desejo de ajudar os outros.
Por muitas vezes esperar ser solicitado em vez de
se oferecer (não é desculpa para o comodismo).
a)Desvalorizar-se por não perceber que ajuda é um dom .
b)Ter ciúmes daqueles que possuem dons elogiados.
c)Fazer mau julgamento de outras pessoas menos
prestativas.
d)Assumir liderança no intuito de ajudar mas se sentir
frustrado ao não se sair bem no desempenho da tarefa.
e)Sentir-se triste quando ajuda e não recebe demonstração
de gratidão pessoal. Embora seja alguém que não faça
questão de aparecer, gosta de receber a gratidão particular
da pessoa auxiliada.
a)Corre o risco de negligenciar a família,
resultando no ressentimento do cônjuge ou filhos
contra Deus ou a Igreja.
b)Pode ter dificuldades em estabelecer e manter
prioridades conforme a vontade de Deus.
c)Pode errar ao cobrar daqueles que não correm
para suprir necessidades práticas, tal como ele
mesmo supre.
O possuidor do dom da ajuda é
frequentemente desvalorizado por pessoas que
não reconhecem a ajuda como um dom. Ele é o
que possibilita o exercício de outros dons mais
evidentes
“O dom da ajuda é maravilhoso, e seu
exercício é absolutamente necessário para o
progresso do Corpo de Cristo” (John MacArthur)
DOM DO SERVIÇO DOM DE AJUDA
Toma iniciativa
Quer fazer as coisas do seu jeito. É aquele que
diz: “Deixa isto comigo!”
Não gosta muito de auxiliar. Prefere ser o
responsável. Pode também ter o dom da
liderança.
Geralmente sente-se bem em um cargo de
liderança de curto prazo.
Diante de uma necessidade prática, resolve por
si qual parcela do serviço ficará por sua conta.
Auxilia aquele que toma a iniciativa
Quer fazer as coisas do jeito da pessoa a quem
está ajudando.
Quer auxiliar. Não gosta de ser o responsável por
um projeto ou atividade. Dificilmente tem
também o dom da liderança.
Sempre que possível, evita estar a frente de um
grupo
Diante da necessidade prática, pergunta: “O que
posso fazer?”. Deixa a escolha a critério do outro.
Por causa da peculiaridade de cada dom,
não encontraremos em quem tem o Dom da
Ajuda ou Socorro, os seguintes dons:
 Dom de Serviço
Dom de Liderança.
Outros dons comuns na mesma pessoa:
Dom de Exortação
Dom de Repartir
Dom de Misericórdia.
Cada crente que não tenha recebido este
dom espiritual, apesar disso, tem a
responsabilidade cristã de ajudar e ter o coração
de servo, lembrando que todos os nossos dons,
seja o de ajudar ou o de liderar, devem ser
desenvolvidos em um coração de servo, para o
bem do Corpo e edificação mútua, em meio ao
fruto do Espírito Santo.
“Sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor...”
(Gl 5.13)
1.Você se identificou com o dom de ajuda?
2.Como você pode desenvolver seu dom?
3.Você identificou alguém que conheça que o
possui?
4.Como você pode ajuda-la a desenvolver seu
dom de maneira eficaz?

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Qvcc 05 O dom espiritual de ajuda ou socorro

  • 3. Pois bem, vocês são o corpo de Cristo, e cada um é uma parte desse corpo. Na Igreja, Deus pôs tudo no lugar certo: em primeiro lugar, os apóstolos; em segundo, os profetas; e, em terceiro, os mestres. Em seguida pôs os que fazem milagres; depois os que têm o dom de curar, ou de ajudar, ou de liderar, ou de falar em línguas estranhas. 1Co 12.27 – 28 NTLH
  • 4. Certo homem, ao atravessar de barco o Atlântico, ficou muito enjoado e confinado ao camarote. Uma noite ouviu um grito: “Homem ao mar!”. Não havia nada que pudesse fazer para ajudar. Então disse para consigo mesmo: “Ao menos posso colocar a minha lanterna na vigia”. Então, esforçou-se por se manter de pé enquanto segurava a lanterna de modo que brilhasse na escuridão. No dia seguinte soube que a pessoa que foi resgatada disse: “Estava quase afundando pela última vez quando alguém colocou uma luz numa vigia. Como a luz incidiu na minha mão, um marinheiro num salva-vidas agarrou-a e puxou-me”.
  • 5. Todos os que usarem pelo menos um dom espiritual, mesmo que pareça pequeno, glorificarão o Salvador. Hoje, veremos o Dom Espiritual de ajuda ou socorro...
  • 6. O que é o dom de ajuda?? A palavra usada por Paulo: Tradução literal - auxiliar, ajudar Que por sua vez é derivada de significa pegar uma pessoa ou coisa a fim de ajudá-la, pegar para, abraçar, segurar para apoiar, estar ao lado, cooperar, responder a um pedido.
  • 7. O possuidor do dom de ajuda é poderosamente motivado por Deus para suprir a necessidade de uma pessoa que precisa de apoio ou companhia para executar ou completar tarefas ou realizar alguma coisa. Quer ter oportunidades para exercitar sua habilidade. Percebe uma necessidade, mas quer e prefere ser orientado sobre qual tarefa e como irá realizar tal tarefa para ajudar.
  • 8. a) É sensível a necessidades imediatas e práticas, mas não tem iniciativa de supri-la a seu modo. Quer supri-la quando pela situação é claro que o outro quer ajuda ou quando há um pedido específico. Geralmente só faz alguma coisa com autorização ou pedido expresso.
  • 9. b)Tem satisfação quando usa suas habilidades para ajudar outras pessoas no Corpo a realizarem com mais eficiência suas tarefas, fazendo com que fiquem menos sobrecarregadas. Se satisfaz em levar a carga de outro. Ex.: Uma pessoa que pensa desta forma: “Não sei muito como fazer, mas quero ajudar, estou à disposição.”
  • 10. c)Embora não tenha iniciativa, é prestativo. Está pronto a fazer coisas rotineiras e simples se for preciso. d)Sente-se triste ao ver pessoas se esquivarem de aceitar cargos ou tarefas no trabalho da Igreja e)Se esforça para fazer o melhor, mesmo que seja algo para o qual não esteja preparado e não faz questão de aparecer.
  • 11. f) Tem prazer em ser auxiliar. Embora perceba a necessidade, prefere não tomar a iniciativa. Prefere cooperar com aquele a toma. Não tem muita inclinação para liderar. Ex.: Aproxima-se de alguém que está ocupado em arrumar as cadeiras para uma reunião ou dobrando os boletins ou abrindo as portas e se oferece para ajudar, frequentemente assumindo a tarefa sozinho. Não se importa em terminar a tarefa sozinho.
  • 12. g)É maleável. Aprende e adapta-se facilmente a maneira dos outros fazerem as coisas. h)Prefere tarefas que não precisem de planejamento prévio ou organização detalhada. i)Dá apoio espontâneo aos fisicamente fracos (1Ts 5.14b ... consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos).
  • 13. j)Dedica-se mais aos outros que a suas próprias necessidades. k) Fica impressionado com exortações bíblicas que o impelem a auxiliar os irmãos na fé. (Êx 23.5 - Se vires prostrado debaixo da sua carga o jumento daquele que te aborrece, não o abandonarás, mas ajudá-lo-ás a erguê-lo; Rm 16.2 - para que a recebais no Senhor como convém aos santos e a ajudeis em tudo que de vós vier a precisar; porque tem sido protetora de muitos e de mim inclusive.).
  • 14. a)Na família? b)Na igreja? c)Entre os vizinhos? d)Na comunidade? Com esta disposição para servir e ajudar, os dons de ajuda e de serviço são frequentemente instrumentos do crescimento espiritual do crente e do incrédulo abrir-se para Deus. “Ganha-se o direito de falar de Cristo, ou mesmo de outro assunto, quando se supre, por amor a Deus, necessidades que outros percebem que têm”
  • 15. Para o exercício satisfatório do dom de ajuda é preciso envolvimento e compromisso profundos. Para isso é preciso vencer a mentalidade da nossa cultura que pouco ou nada estimula o compromisso e a continuidade. Deixamos de exercer nossos dons quando pensamos: “Eu prefiro não me envolver...” ou “Ah, não! Vai dar muito trabalho...”
  • 16. Pode ser tachado de: Pode agir da seguinte maneira: Não ter iniciativa; ser sem expediente ou incapaz ou não corresponder a expectativas. Ser “pouco espiritual” Ser Interesseiro Querer “abraçar o mundo”. Ser orgulhoso ou estar pouco disposto a cooperar. Por esperar a autorização ou pedido expresso para ajudar em situações específicas. Isso acontece quando espera-se de alguém o dom do serviço ou mesmo outro que não tenha. Por estar disposto a cuidar de tarefas diversas. Por oferecer ajuda espontaneamente Pelo fato de estar disposto e mesmo conseguir desempenhar várias coisas ao mesmo tempo no desejo de ajudar os outros. Por muitas vezes esperar ser solicitado em vez de se oferecer (não é desculpa para o comodismo).
  • 17. a)Desvalorizar-se por não perceber que ajuda é um dom . b)Ter ciúmes daqueles que possuem dons elogiados. c)Fazer mau julgamento de outras pessoas menos prestativas. d)Assumir liderança no intuito de ajudar mas se sentir frustrado ao não se sair bem no desempenho da tarefa. e)Sentir-se triste quando ajuda e não recebe demonstração de gratidão pessoal. Embora seja alguém que não faça questão de aparecer, gosta de receber a gratidão particular da pessoa auxiliada.
  • 18. a)Corre o risco de negligenciar a família, resultando no ressentimento do cônjuge ou filhos contra Deus ou a Igreja. b)Pode ter dificuldades em estabelecer e manter prioridades conforme a vontade de Deus. c)Pode errar ao cobrar daqueles que não correm para suprir necessidades práticas, tal como ele mesmo supre.
  • 19. O possuidor do dom da ajuda é frequentemente desvalorizado por pessoas que não reconhecem a ajuda como um dom. Ele é o que possibilita o exercício de outros dons mais evidentes “O dom da ajuda é maravilhoso, e seu exercício é absolutamente necessário para o progresso do Corpo de Cristo” (John MacArthur)
  • 20. DOM DO SERVIÇO DOM DE AJUDA Toma iniciativa Quer fazer as coisas do seu jeito. É aquele que diz: “Deixa isto comigo!” Não gosta muito de auxiliar. Prefere ser o responsável. Pode também ter o dom da liderança. Geralmente sente-se bem em um cargo de liderança de curto prazo. Diante de uma necessidade prática, resolve por si qual parcela do serviço ficará por sua conta. Auxilia aquele que toma a iniciativa Quer fazer as coisas do jeito da pessoa a quem está ajudando. Quer auxiliar. Não gosta de ser o responsável por um projeto ou atividade. Dificilmente tem também o dom da liderança. Sempre que possível, evita estar a frente de um grupo Diante da necessidade prática, pergunta: “O que posso fazer?”. Deixa a escolha a critério do outro.
  • 21. Por causa da peculiaridade de cada dom, não encontraremos em quem tem o Dom da Ajuda ou Socorro, os seguintes dons:  Dom de Serviço Dom de Liderança. Outros dons comuns na mesma pessoa: Dom de Exortação Dom de Repartir Dom de Misericórdia.
  • 22. Cada crente que não tenha recebido este dom espiritual, apesar disso, tem a responsabilidade cristã de ajudar e ter o coração de servo, lembrando que todos os nossos dons, seja o de ajudar ou o de liderar, devem ser desenvolvidos em um coração de servo, para o bem do Corpo e edificação mútua, em meio ao fruto do Espírito Santo. “Sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor...” (Gl 5.13)
  • 23. 1.Você se identificou com o dom de ajuda? 2.Como você pode desenvolver seu dom? 3.Você identificou alguém que conheça que o possui? 4.Como você pode ajuda-la a desenvolver seu dom de maneira eficaz?